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Capítulo 11: Cidade Fria (pt2)

Capítulo 11: Cidade Fria (pt2)

Respirei fundo, segurei a maçaneta redonda, dourada e fria, o movimento baixo com o braço fez a pulseira de ouro alugada escorregar para o pulso. Abri a porta. O som do salão parecia ter mudado, certamente já estavam servindo o jantar, eu podia ouvir o tilintar dos talheres nos pratos e a música parecia mais divertida e suave, não de um piano, mas de uma caixa de som.

Santino estava me esperando do lado de fora, no corredor que dava acesso ao lavabo com as mãos no bolso da calça social preta como seu paletó de botões pretos e o ombro encostado na parede, seu rosto tocado pela baixa luz alaranjada do corredor. Ele me encarou firme e a primeira coisa que ele fez foi repartir os lábios, tirar as mãos do bolso e erguê-las, querendo uma explicação, suas sobrancelhas estavam quase juntas em uma expressão de dúvida e quase dor, que eu não compreendi.

 Ele me encarou firme e a primeira coisa que ele fez foi repartir os lábios, tirar as mãos do bolso e erguê-las, querendo uma explicação, suas sobrancelhas estavam quase juntas em uma expressão de dúvida e quase dor, que eu não compreendi

Coloquei a mão na testa e balancei a cabeça, dizendo que "não", exalando todo o ar do meu pulmão. Eu não queria me explicar, mas sentia o meu coração se comprimir.

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