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Morte no lago

Sullyvan.

Conforto de Cristo, São Paulo

 

Eu ainda estava muito cansado de meu último caso, normalmente depois de um caso desgastante ficava descansando de quinze a vinte dias antes de pensar em entrar em outro, e eu não achava que fosse ir tão longe com esse novo caso, até então não parecia ter algo haver com o que fazia. Mas foi um ótimo desafogo naquela conversa com Vanessa, talvez se continuássemos o papo, eu poderia ter dito algo que terminasse com tudo.

Eu gostava de dirigir, não importava o quanto fosse longe, a sensação de ter o vento batendo na cara e a liberdade de ir para onde quiser é muito boa. Após algumas horas notei que precisaria abastecer, já me situava no estado de São Paulo, estava a uma hora da cidade onde precisava chegar para o trabalho. Parei em um posto, enchi o tanque, mas precisava usar o banheiro e também tinha sede, o verão estava sendo muito quente e mesmo de madrugada o calor estava bem forte. Entrei na loja de conveniência e cumprimentei o velho homem no caixa que assistia o noticiário e tomava café que noticiava sobre o massacre no lago rosário. Fui a geladeira e peguei uma garrafa de água e em seguida me dirigi ao caixa. Enquanto registrava a compra olhei para a TV e aí que me caiu a ficha que a coisa podia ter sido bem feia realmente.

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