Capítulo

Publicidade

11 - Banquete

 

 

 

Na parte de trás do palácio, sobre os muros, onde ficava uma das torres, que dava acesso para tal região, Simas, debruçado na mureta, observava o calmo Rio Maior lá embaixo, que sumia de vista. A água refletia a luz solar, o fazendo parecer um carpete adornado por infindáveis diamantes. Podia ver o porto ao longe, metros da lateral do palácio; alguns barcos atracados no cais. Mas não o via por completo. Homens descarregavam mercadorias em sacos grandes de estopa e em barris. Por um momento, voltara à flor de sua idade, onde corria por aquele espaço ao lado de Kazias, Milos e de Dormas.

Corriam até a beira do rio e brincavam de espadas de madeira, simulando batalhas. Seu âmago fora tomado pelo fervoroso sentimento da nostalgia; um sentimento viciante que lhe afogava em memórias distantes. Era capaz de se sentir lá, naquela época. Podia sentir o cheiro da infância e dos bons momentos ao lado do irmão defensor.

...

...

...

É preciso estar logado para visualizar o restante do capítulo.

Este conteúdo é protegido pela Lei nº 9.610/98 – a Lei de Direitos Autorais.
Assinar ou apresentar como seu é crime pois viola os direitos de autor.

O acesso a este conteúdo é registrado de acordo com as políticas de uso.

Ir para outro capítulo:

Capítulo comentários

É preciso estar logado para poder comentar. clique aqui para entrar ou fazer o cadastro.

Comentários

Carregar Mais

Livro compartilhar

Olá , você pode compartilhar ou convidar seus amigos, para ler esse livro através do Facebook, Twitter ou Email.