Rom Sobrenatural
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Capítulo

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Capitulo dedicado à: “Deus viu que a luz era boa, e Deus separou a luz e as trevas. Deus chamou a luz ‘dia’ e as trevas ‘noite’.” Gên. 01, 05.


SOBREVEIO À TARDE E DEPOIS A MANHÃ: O PRIMEIRO DIA.

Estamos no ano de 1980, mais precisamente no mês de janeiro, num daqueles dias nublados de verão aqui em Aracaju: calor insuportável, vento morno, quase imperceptível e o céu com nuvens densas, que deixavam as pessoas na dúvida se choveria ou não. Muitas pessoas aventuravam sair de casa com guarda-chuva. Outras saiam com blusões de frio, pois o aracajuano tem a mania de invejar o frio de outros lugares, esquecendo ele que aqui o verão, quando chove, é quente e úmido, não precisando usar roupas grossas, como o pessoal do sudeste ou do sul do país.

O dia corria tranqüilo para todos os diversos trabalhadores dos hospitais da cidade. De repente, deu entrada às 10 horas da manhã, na maternidade Santa Isabel, uma jovem de vinte e dois anos, filha de um tenente da aeronáutica, chamada Valéria Abnara Kouji. A jovem, que também era casada com um soldado da força aérea brasileira, sentia que seu parto seria um parto difícil, pois o bebê queria nascer a todo custo, mas sua bacia ainda não tinha dado abertura suficiente para que se possa passar um bebê por entre suas pernas, pois a mesma era descendente de japoneses, e o seu corpo era pequeno. Ela não tinha mais que um metro e cinquenta e dois centímetros de altura. Por ela ter plano particular, ser filha de militares e já estar entrando em trabalho de parto, foi atendida antes mesmo das outras mulheres que estavam à espera para dar a luz às sua

Lá dentro da sala de parto, em meio às contrações, o médico avaliou a dilatação e o colo realmente não estava com tamanho suficiente para passar um bebê. O jeito era então esperar, e foi o que os familiares fizeram. Só que essa espera parecia não ter fim, pois já se iam mais de três horas de dores e contrações. Mas parecia que a criança estava disposta a passar a qualquer custo. O médico obstetra, sem perder mais tempo com as contrações da jovem fez uma episiotomia e, após o corte, algumas contrações e muita força feita pela mesma, nasceu uma linda menina que pesava três quilos. Ao nascer, para espanto de todos os que estavam presentes na sala de parto, ao invés de chorar, a pequenina deu um sorriso tão maravilhoso, que todos na sala de parto ficaram encantados.

Uma enfermeira ruiva, de olhos castanho-avermelhados, chamada Annabel, que foi recém-contratada na clínica, coloca a pequena bebezinha nos braços da mãe. O obstetra perguntou qual seria o nome da menina. A mãe, ao ver que a menina ainda sorria, disse:

- Ela se chamará Luz Abnara Kouji, pois seu sorriso iluminou todos os que a ouviram e presenciaram o seu nascimento.

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