Capítulo

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As vistas estavam embaralhadas, parecia ter areia em seus olhos. Os músculos doíam, e as articulações também. Cada passo dado era com um sacrifício hercúleo como se, assim como Atlas, carregasse o mundo nas costas. Na boca um gosto estranho de quem varou a noite acordado. Foi com dificuldade que conseguiu acertar o buraco da fechadura e girar a chave abrindo a porta. Trancar nem se fala. Desatou tudo o que podia de roupa e equipamentos, deixando cair no chão da sala e, num último mover de suas combalidas energias, correu para o quarto, desabando na cama. A maciez, o cheiro adocicado, a sensação de acolhimento. Pedro apagou quase sem sentidos. Eram 5 horas da madrugada. Quatro horas depois o telefone toca insistentemente: uma sequência, duas sequências, três sequências… oito sequências e, moído ele levantou:

— Alô! — Balbuciou sonolento.

— Está atrasado para o trabalho.

Ele desligou o aparelho, pensando se tratar de um trote. Quando ia chegando no quarto o telefone tocou novamente.

...

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