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A MULHER DE BRANCO

Max estava rodando com seu táxi pela madrugada fria de Nova York, desde a meia-noite. Mas naquele início de sexta-feira treze, mesmo na cidade que nunca dorme, não tinha pegado muitos passageiros e o tédio lhe consumia por completo.

Foi então que Max avistou ao longe, nos arredores do Central Park, uma mulher vestida de branco, dando sinal para que ele parasse. Apesar de estar bem vestida, seu rosto demonstrava uma profunda tristeza, como se houvesse terminado um relacionamento. Ela entrou e foi dando as dicas de como chegar ao seu endereço, pois estava “indo ver os filhos”.

Ao chegar ao destino, o susto: a mulher de branco que estava no banco de trás, tinha dado a Max, o endereço de um cemitério. Ele estava na porta do Cemitério Saint Raymond, que fica localizado no Bronx.

Assustado, o velho taxista olhou pelo retrovisor e viu o rosto de sua passageira do lado de fora do carro, totalmente desfigurado e coberto de sangue, com duas crianças cadavéricas ao lado dela, segurando cada uma em uma de suas mãos.

Max acelerou o táxi sem nem olhar para trás, branco de medo.

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