Espiritual
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Capítulo

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Capítulo II: Quando eu era menino

Então, trouxeram-lhe algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse por elas. Os discípulos, contudo, os repreendiam. Mas Jesus lhes ordenou:

“Deixai vir a mim as crianças, não as impeçais,

pois o Reino dos céus pertence aos que se tornam semelhantes a eles”.

Mateus 19:13-14

 Sentavam sempre nos primeiros bancos da igreja: o menino, o pai senhor Eliaquim e a mãe, Dona Zilá. Tinham por hábito ficarem abraçados durante todo o culto. Sentia-se a pessoa mais feliz do mundo, a igreja era o lugar que mais gostava de estar. Com oito anos acreditava que sua vida era perfeita e saia da igreja sempre com o coração cheio de paz. Então, ajoelhando-se não havia o que pedir ao bondoso Pai dos Céus. Restava agradecer pela vida de bênçãos que tinha e colocar-se a serviço daquele que tudo sabia. Ao Senhor pertencia a orientação de seus caminhos...Sua oração foi interrompida pelo início do culto, todos se colocaram de pé e com a mão sobre o coração firmaram seu pensamento no Altíssimo, realizando a oração inicial. O primeiro louvor falava sobre alegria e adoração.

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