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Capítulo 63

Estava amamentando, quando o helicóptero chegou. Theo estava morto, junto com os dois outros que estavam servindo como guardas, mas mesmo assim a pressa de sair daquele lugar era enorme, já que cada segundo que se passava, aumentava o risco dos outros voltarem.

- Ele estava bem? Estava com medo? - Perguntei para Apolo, enquanto Lia mamava. Suas bochechas estão rosadas do esforço, mas ela não se cansa, continua mamando cada vez mais, o que me causaria um sorriso no rosto, se eu não estivesse interrogando Apolo nas últimas duas horas, sobre Antônio.

- Ele estava bem, ficou no lugar aonde você o deixou. – Estremeci. - E assim que nos encontramos, perguntou de você.

- Não tive escolha... – Olhei pela janela, enquanto a geringonça de aço saia do chão aos poucos. - Não queria deixar meu filho no frio e sozinho, mas...

- Eles iam matar o Antônio. - Apolo segurou a minha mão livre. - Ele está bem, você foi forte, fez o que tinha que fazer e protegeu os nossos filhos.

...

...

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