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A ABERRAÇÃO

Valéria era uma garota jovem e bela, filha de um pai viúvo, cuja vida era a de fazer o serviço doméstico, ir para a escola estudar e sentar-se à porta de sua casa, no Bosque da Saúde em Cuiabá, durante os fins de tarde, para dar comida ao cachorrinho Alu e ao gato Bael, ambos animais de rua, porém com coleiras, sempre que os mesmos apareciam na rua em que ela morava, enquanto seu pai trabalhava e era dono de um dos melhores açougues do bairro.

Porém, o que Valéria não sabia era que um vizinho, cujo rosto era desfigurado de nascença, mente deturpada por uma doença genética e sua presença, escondida do mundo pela própria família, a observava sempre que a mesma ia sentar-se na calçada, para ver o mundo passando por ela, despreocupadamente.

Aquele desejo oriundo do estranho morador, a cada dia em que observava Valéria, só crescia. Até que um dia, não aguentando mais apenas olhar para a jovem, esperou a melhor oportunidade que aparecesse, da jovem ficar sozinha em casa, pulou o muro lateral da casa dela, deu a volta pelos fundos e a surpreendeu na cozinha. Mas antes de dar chances para que a jovem pudesse gritar, ele a segurou, lhe tapou a boca e a violentou ali mesmo em cima da mesa, indo embora assim que havia ejaculado dentro da mesma.

Temendo ser taxada de leviana pelos moradores do bairro e até mesmo pela própria família, Valéria arrumou a cozinha, passou desinfetante no chão, tomou banho e trocou de roupa, não comentando nada com o pai sobre o ocorrido.

Só que o silêncio de Valéria lhe custou muito caro, porque o deformado vizinho, vendo que a mesma não falara nada, como as outras ex-moradoras que ele havia abusado, continuou com os abusos, violentando-a sexualmente, todos os fins de tarde.

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