Capítulo

Publicidade

AVISOS DE ÁGUA

Artur estava dormindo em seu aconchegante quarto no bairro São Pedro, quando do nada, sentiu alguém ou alguma coisa, derramar água em suas costas. Assustado, acordou olhando para todos os cantos do quarto, pois estava com o ventilador desligado, todo suado e não havia trazido garrafas de água para o cômodo, sem contar que ele o havia trancado e a chave estava embaixo de seu travesseiro.

No dia seguinte, Artur estava limpando o refeitório da escola em que trabalhava como zelador, quando do nada, viu ao longe a torneira de uma das pias em que os alunos lavavam as mãos antes de comer, se abrindo sozinha, sem que ninguém estivesse no local além dele. Aquilo o deixou intrigado, pois a escola era recém-construída e não havia nenhum indício de mortes no antigo terreno, que pudessem justificar o fenômeno.

Na mesma semana em que aconteceram esses mistérios, Artur foi com os amigos andar de barco no Rio Branco, perto de onde ele morava. Assim que se distanciaram, foram mergulhar e, quando Artur pulou, o mesmo se assustou com a figura de um cachorrinho e de um gato, ambos de pelos negros, olhos vermelhos e brilhantes, nadando no rio. O jovem bateu a cabeça em uma pedra dentro da água e afundou, vindo a morrer afogado e com traumatismo craniano, sem conseguir ser salvo por alguns de seus amigos.

O tempo todo era a morte, avisando que o fim dele seria através da água.

É preciso estar logado para visualizar o restante do capítulo.

Este conteúdo é protegido pela Lei nº 9.610/98 – a Lei de Direitos Autorais.
Assinar ou apresentar como seu é crime pois viola os direitos de autor.

O acesso a este conteúdo é registrado de acordo com as políticas de uso.

Ir para outro capítulo:

Capítulo comentários

É preciso estar logado para poder comentar. clique aqui para entrar ou fazer o cadastro.

Comentários

Carregar Mais

Livro compartilhar

Olá , você pode compartilhar ou convidar seus amigos, para ler esse livro através do Facebook, Twitter ou Email.