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A COISA

Edson estava fazendo sua caminhada de fim de noite, dentro do Parque Cesamar, em Palmas. Ele, que vinha de uma reunião na empresa onde trabalhava, já tinha trazido sua roupa e como morava do outro lado do parque, nada mais justo que cortar caminho por dentro do mesmo.

Já era quase onze da noite e os guardas estavam de bicicleta, avisando aos desportistas que o parque ia fechar. Edson, que estava caminhando, resolveu então correr um pouco, para chegar mais rápido na entrada do Cesamar. Porém o mesmo notou que algo estranho estava acontecendo: toda vez que ele passava pelo “Mãe Natureza”, ele cruzava com o mesmo guarda que lhe dava o mesmo aviso e depois com o mesmo cachorrinho e o mesmo gato de pelos negros, olhos vermelhos e brilhantes, que miavam e latiam quase que ao mesmo tempo.

Aquilo estava começando a enlouquecer a cabeça de Edson, pois essa repetição de espaço e tempo parecia um pesadelo. E tudo ficou ainda mais estranho, quando ele olhou para o céu e várias luzes estranhas começaram a aparecer, deixando tudo cada vez mais fora do comum. Foi quando alienígenas de olhos oblíquos, pele rósea e com bocas que lembravam a boca de um caranguejo, apareceram utilizando um raio que inflava as cabeças das pessoas, igual a um balão até explodirem, a fim de se alimentarem da massa pastosa que o cérebro dos terráqueos ficava.

Apenas uma pessoa em Palmas sabia como eles eram, porque conseguiu escapar dos alienígenas, mas não conseguiu dizer como eles eram, porque ninguém mais conseguia enxergar as criaturas de outro planeta, sem ter a cabeça explodida. Os jornais os chamavam de “coisa”, e as autoridades mandavam os cidadãos terem cuidado com a “coisa”, pois a mesma hipnotizava e explodia a cabeça de qualquer um que cruzasse em seu caminho, apenas para se alimentar da iguaria pastosa que eles conseguiam transformar o cérebro humano.

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