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Capitulo dedicado à: “Sinto como se o Lobo Mal fosse o amor, cujo eu acreditava ser tão bom, machuca muito. E quando eu descobri e comecei a fugir, era tarde demais”. C.L.Freitas


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Morava a menos de cem metros da praia Gonzalez Bay, numa bela casa de quatro quartos na cidade de Victoria, no Canadá. Mas para infortúnio da sua vida, tinha uma mãe dominadora e devota fiel de Lúcifer, além de freqüentar secretamente a igreja satanista. A garota, que era obrigada a chamá-la de mãe, mesmo tendo sido adotada, passava dias e dias acorrentada, com consolos vibradores em seus orifícios, sendo torturada com pontas de cigarro, chicotadas e cortes feitos com faca quente. E às vezes passava pelas mãos de vários homens ao mesmo tempo, ou era obrigada a participar de orgias gigantescas em nome da fé em Lúcifer, onde era sempre assistida pela mãe sádica. Aquilo só teve um fim, quando ela aceitou sua condição de escrava sexual, membro da igreja satanista, atingiu a idade adulta, se formou em direito, se casou com um dedi

Assim ela, a menina-neta, que fora batizada com o mesmo nome da avó, cresceu no meio de muitas perversidades sexuais e sacrifícios em nome da fé em Lúcifer. Desde nova já era acostumada com a prática do sexo oral, e com o gosto do esperma de homens diferentes (pois a avó ordenava que todos ejaculassem na boquinha dela, para que ela crescesse bem forte e saudável) membros da igreja que a avó freqüentava, a sentar no colo dos amigos dos pais e sentir seus membros eretos, a dormir numa gaiola de coelhos e a passar dias, acorrentada num canto da casa, comendo e bebendo em tigelas como um animal doméstico e a ser abusada de várias maneiras por homens e mulheres de todas as idades. Foi a própria avó quem tirou a virgindade dela aos três anos, com os próprios dedos.

No começo, tudo era sofrimento, lágrimas, choro e dor. Mas com o tempo, a menina foi percebendo que ser uma escravinha obediente e carinhosa, rendia muitos presentinhos das pessoas que se diziam seus donos e membros da igreja universal estrela da manhã. Isso sem contar que foi obedecendo passivamente, que conquistou aos poucos, o direito de ir e vir.

A jovem aprendeu também a ter uma vida dupla, fazendo com que todos os moradores da rua e do bairro, quando olhavam a família indo aos domingos de manhã para o culto evangélico, não desconfiavam de que aquela menina carinhosa, meiga, educada e obediente fosse uma perfeita e subserviente escrava sexual. Isso chamou a atenção do jovem mais fervoroso do grupo de mocidade, que era justamente o filho mais velho da pastora da igreja que ela e a família freqüentavam, apenas para mascarar sua verdadeira fé e recrutar novos discípulos.

Os dois começaram a sair juntos e, mesmo com a  reprovação da família dela, se tornaram namorados. Ele nutria um profundo respeito por ela e só pretendia fazer sexo com ela depois do casamento. Mas o jovem era inocente demais com relação às coisas do mundo, pois não sabia nem metade do que se escondia por trás daquele sorriso meigo e daqueles lindos olhos azuis.

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