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Capitulo dedicado à: “Como podem achar que Deus está morto, se lhes mostrei o Diabo?”. O exorcismo de Emily Rose


O PO55UÍDO

aíram aos poucos, cada um com suas particularidades, foram se somando durante a viagem e chegaram todos a Vila de Yatton, em 1778, na casa do reverendo Joseph Easterbrook. Era início de junho. Mas as pessoas ali presentes, não foram para festejar ou só descansar. Eram seis religiosos de confiança do reverendo, que moravam em Mendip e não estavam ali para um retiro espiritual. Eles estavam ali para exorcizar George Lukins, um alfaiate de boa índole, cujo diagnóstico incompreendido pelos médicos, era mais apontado por ele e pelo reverendo como único: possessão. E os religiosos, amigos de Joseph vindos de várias comunidades atenderam ao chamado, se tornando os sete samurais da fé.

O dia foi bastante agitado, pois o reverendo contou tudo o que de sons estranhos vinham da casa do vizinho, principalmente os cantos estranhos que eram cantados pelo alfaiate, cujo som não se assemelhava com nenhuma voz humana. Bíblias nas mãos rumaram para a casa do alfaiate. Era ainda manhã. Assim que entraram, tentaram entrar em um clima espiritual e nada! Todos estavam na maior algazarra. Até mesmo durante a noite foi complicado para se concentrarem.

De repente, um silêncio fúnebre tomou conta do lugar. Parecia uma depressão coletiva. E mesmo depois de algumas orações, todos continuavam com a mesma expressão. Enquanto todos os demais estavam no momento de reflexão uma mulher chamada Sarah Barber, estava na cozinha, fazendo orações, mas uma névoa escura adentrou por sua boca e narinas. Assim que se acalmou, foi se encontrar com o reverendo Joseph e os demais que estavam no momento de reflexão. Bastou apenas que ela adentrasse na sala para que todos se desconcentrassem e simplesmente se dispersassem, não prestando mais atenção em nada.

Quando a mulher viu aquilo, saiu rindo com um pouco de sarcasmo e escárnio, dizendo: “Gente, quebrei o clima!” Demorou um bocado para o pessoal voltar para a sintonia em que estavam. Ninguém havia notado nela as pupilas de seus olhos expandidas, como se fossem duas grandes bolas de vidro marrons.

Pela noite, logo após o jantar, todos estavam conversando e relaxando um pouco. Sarah, a mulher que havia dispersado o pessoal durante o momento de reflexão, estava conversando com um seminarista que tinha vindo se somar aos outros seis, chamado Jack Stevens: um estrangeiro que tinha chegado recentemente à Mendip, que veio atender ao chamado do reverendo Joseph, por insistência de um dos sacerdotes, que não pode ir, mas era amigo do mesmo. O que ela não contava é que dentro desse jovem estrangeiro, existe um subconsciente animal, que será despertado através dessa experiência sobrenatural, que vai mudar o seu modo de ver o mundo para sempre.

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