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Prólogo

Sabe aquela sensação de impotência? Aquela angústia de quando você sabe que a culpa de todas as cagadas que aconteceram foram provenientes, única e exclusivamente, sua? Pois é assim que eu me sinto. Eu que sempre tive o controle nas mãos, assisti há poucas horas atrás tudo indo ralo abaixo sem poder fazer nada.

Sempre achei muito clichê a imagem de pessoas com problemas que saem para beber e afogar suas magoas no álcool.

 No fim das contas me encontro como a música diz: “Tornei-me um ébrio e na bebida busco esquecer; Aquela ingrata que eu amava e que me abandonou...”. Não sei por que pensei nesse trecho, ninguém com menos de 70 anos vai entender essa referência e nem a merda que a pessoa que escuta essa música se encontra.

 Devo estar mesmo no fundo do poço. Pensando nas músicas de Vicente Celestino.

Se o pessoal do Muay Thay vê isso... Serei a chacota por semanas.

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