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Donald Trump x Kim Jong-un: a luta do século

No desejo de entender o que está ocorrendo no mundo, não se pode negligenciar a política americana e a das outras nações que dão as cartas na política mundial, e a das organizações internacionais, e a de personalidades obscuras, que manipulam a política mundial sem que os seus nomes sejam de conhecimento público. É impossível saber o que de fato ocorre na política mundial. E seria uma tolice apresentar-se dela conhecedor porque leu alguns livros de política e tem consigo algumas informações a respeito.
Pode-se conceber alguns cenários da política mundial tendo-se à mão, unicamente, informações esparsas fornecidas pela imprensa, nem sempre confiável - e ao fazê-lo, tem de se ter consciência de que se está em erro, pois não se pode ignorar: A imprensa mundial cria roteiros cujas personagens representam os papéis (fictícios) que a elas a imprensa quer lhes atribuir, mas que elas não representam de fato; escreve e reescreve o roteiro à medida que os capítulos se vão desenrolando, conservando-se intacto um plano de antemão bosquejado com os elementos imprescindíveis para a conservação do papel fictício atribuído à cada personagem, mantendo sob controle o domínio do imaginário popular, impedindo que se desfigure a essência da história concebida, para que não se perca o gov

Todo aquele que se atreve a tratar de assunto de enorme complexidade, e a política mundial é um deles, tem de, antes de tudo, reconhecer a sua ignorância e saber que o que tem para apresentar resume-se à conjecturas, e para tanto é indispensável que saiba que o assunto está além do seu entendimento devido à sua intrínseca complexidade e porque lhe são inacessíveis as informações que lhe propiciariam a compreensão dele. As informações, sabe-se, ou suspeita-se, encontram-se nos arquivos secretos de agências de inteligências e nas mesas dos chefes de estado - e o que se tem à disposição são apenas informações esparsas, que, sabem os estudiosos, ou dizem, de fato, respeito à política, ou as disseminaram com o propósito de confundir a todos, tanto os que não se dedicam aos

O bom-senso é indispensável àqueles que se dedicam a tratar do tema, pois lhes concede a sensibilidade para reconhecerem o pouco, ou nenhum, alcance da visão que se tem da política mundial, propiciando-lhe a tomada de consciência da existência de muitos dados, de uma quantidade imensurável, ocultos de todos, aos quais os estudiosos e os jornalistas não têm acesso, os quais correspondem à formulação das políticas dos agentes globais, governos das principais nações e outros protagonistas da história.
A humildade impede os que se lançam no estudo de assuntos compelxos de se persuadirem de que tudo sabem, de que entendem os fenômenos políticos porque tomaram conhecimento, via imprensa, de uma ou duas informações as quais têm como significativas e esclarecedoras, mas que talvez sejam irrelevantes, publicadas com o propósito de ludibriar a todos e fazer com que todos voltem a atenção para um lado que nada tem para lhes mostrar, ou, caso estejam olhando para o lado certo, e vendo o cenário, persuadi-los a focalizar um detalhe irrelevante, forçando-os, assim, a perderem de vista o essencial.

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