Capítulo

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Inglaterra, 27º dia de abril de 1X13: O fim da jornada.

Após sete dias de recuperação intensiva como se seus mundos estivessem sendo recriados, tomando os remédios feitos pelo médico do condado de Likanárkia, que por sinal deram aos cavaleiros uma recuperação extremamente rápida, finalmente os cavaleiros estavam saudáveis o suficiente para pegarem seus cavalos e retornarem para o castelo de Creepstone. Dentro de seus alforjes, se encontravam comida, água e o GUTTA SANGUINIS, muito bem enrolado em algumas camadas de couro, para que a luz da lua não o toque novamente.

Von Serran e seus homens saem de Likanárkia sendo saudados pelos camponeses, com a mesma hospitalidade de quando chegaram. Enquanto se afastavam, suas mentes não paravam de se lembrar do encontro que eles tiveram com o lobisomem persa que tanto se ouvia falar dentro de Creepstone e em alguns lugares onde os cavaleiros da escuridão lutaram contra monstros e demônios.

Ainda ao longe, se podia ouvir as saudações dos camponeses. Von Serran vira-se para um último adeus e vê, entre as pessoas, uma figura imponente em cima de um Puro Sangue Árabe. Ao fitar os olhos no estranho homem, rapidamente o marechal dos cavaleiros da escuridão pega sua luneta, arma-a e mira naquela estranha figura: porte elevado; longos cabelos negros; olhos esverdeados; barba mediana, espessa, porém bem feita.

O estranho homem vestia o que seria um misto de roupa e armadura. Mas alguns detalhes em sua roupa, fizeram Von Serran olhar admirado: ele tinha duas ombreiras em formato de caveira, com metade de uma coroa em cada uma delas, dois longos braceletes em seus braços e duas espadas cruzadas em suas costas. Von Serran estava tão cego pelo orgulho com relação ao lobisomem, que não havia percebido como tudo no condado apontava para uma única figura: a do lobisomem.

Von Serran caiu em si, quando asso0ciou camponeses robustos, que não demonstravam o quão perigosos eram com uma espada nas mãos a monstros; a bandeira do condado fazendo alusão direta ao lobisomem, pelo fato de que atrás do rosto do lobo não era um escudo e sim, dois braceletes e aquilo também remetia ao monstro.

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