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O SILÊNCIO DOS SINOS

Entre idas e vindas, romances proibidos e saraus eróticos à base de muito vinho, já havia se passado quase um ano de namoro entre Paul e Berenice se passou e o mesmo estava conquistando a confiança de seu sogro aos poucos, e os três (Paul, Berenice e Annabel) saíam com mais frequência juntos, tanto para cinemas, quanto para o shopping e algumas vezes até viajavam juntos para a enorme casa de praia que eles tinham perto da praia de Santa Mônica.

Quando essas viagens aconteciam, Gordon acionava a empresa de segurança particular que tinha contratado, para que eles tomassem conta de sua casa, enquanto ele passava os fins-de-semana com Eliza e Virgínia, sempre ligando para fazer o seu papel de pai preocupado.
- Oi querido! – atende Annabel no meio das pernas de Paul – Aconteceu alguma coisa?
- Oi Annabel. – fala Gordon abraçado com Eliza, Virgínia ou as duas juntas - Cadê Berenice e o namorado?
- Estão lá fora, na piscina. – disse ela dando uma boa chupada no pênis duro e teso do genro – Ela está ensinando o namorado a nadar, já que ele nunca entrou numa piscina tão grande.
- E porque você não está com eles? – disse Gordon elevando a voz - É sua obrigação ficar vigiando. E que barulho é esse? Está chupando o que?

Assim que desligou o telefone, Annabel cai de boca novamente no pênis de Paul, fazendo o jovem rapaz gozar forte em sua garganta. Ela, que já está bastante acostumada com aquele esperma grosso e quente, engole tudo sem reclamar, brincando com ele, dizendo que “já está ficando bem fofinha de tanto tomar o mingau quente e grosso do genro”.

Após se formar em Psicologia dois anos mais tarde e ter sido aprovado num concurso público, Paul anuncia o noivado, para a infelicidade de sua mãe Helen e de sua tia Annie, que achava ser a única mulher que supria as carências sexuais do sobrinho.

Mas se por um lado reinou tristeza, do outro reinou a felicidade de Annabel, Berenice e do próprio Gordon, que se prontificou a aumentar ainda mais o quarto de Berenice, se Paul aceitasse morar com eles, já que a filha era única e iria herdar a mansão e toda a herança. Isso sem contar que Gordon e Paul se tornaram tão próximos, que ia “ser bom, ter um homem de confiança dentro de casa, para tomar conta da casa e das mulheres da sua vida, quando ele precisasse viajar”.

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