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UMA PRESENÇA PRAZEROSA.

Afoito e caminhando rápido pelas quadras da rua em que mora, Paul vai lembrando as palavras de sua mãe, a respeito de sua tia Annie. Ele fala sozinho enquanto vai até a casa dela, dizendo que “dona Helen chegou muito tarde, pra avisar que sua tia era uma devassa”. Paul tinha um caso com sua tia Annie, desde os dezesseis anos, quando ela lhe tirou a virgindade.

Desse dia para cá, sempre que ia sozinho até a casa dela, alguma coisa de caráter sexual acontecia. Sua tia Annie tem cabelos pretos grisalhos sempre arrumados com belas tranças, que ela não tem vergonha de esconder os frios prateados com tintura, pele branca, nariz fino, traços europeus, mas formas latinas que são bem visíveis em seus seios e bunda avantajados, apesar das coxas grossas e da cintura fina e sarada, que ela trabalha bastante na academia do condomínio, com sua própria professora particular.

Annie, na adolescência, foi muito reprimida pelos pais, ficando trancada o dia todo e indo de casa para a escola, até terminar o ensino médio. Quando ganhou a liberdade na universidade e perdeu a virgindade pela primeira vez com um professor, ela gostou tanto de sexo que ficou viciada, mas tão viciada, que uma ninfomaníaca era uma freira, perto dela. Ela transou tanto e experimentou todos os tipos de modalidades sexuais conhecidos na época, que foram do sexo convencional, ao ménage, sexo lésbico, orgias e até o sexo bizarro, quando passou uma semana no sitio dos pais que ficava no interior, apenas para transar com os animais.

Aflitos, seus pais a internaram e a submeteram a várias terapias, que não a livraram da ninfomania por completo, mas a fizeram ver o sexo como algo normal e comum do dia-a-dia e a transformaram numa mulher que consegue ter em suas mãos, homem que quiser. Paul, sem saber disso, se deixou seduzir por sua tia Annie aos quinze anos e adorou ter uma mulher fácil para transar sempre que quisesse dentro da própria família.

Quando descobriu esse desvio de conduta sexual de sua tia por parte de sua avó, já era tarde: estava envolvido sexualmente com Annie até o pescoço. Tanto que quando ela estava bastante tarada e queria sentir seu jovem sobrinho dentro dela, amenizando-a com seu membro duro, jovial e rijo, seus desejos sexuais mais pecaminosos, sempre dava uma desculpa para sua irmã para que, mesmo com todas as recomendações dela, pedisse que Larry fosse até sua casa.

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