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Capítulo 25

A volta pra casa foi bem descontraída, por todo o caminho pessoas riam, lobos brincavam e quando chegavam na porta das suas casas, se transformavam.  A nudez não era um negócio que nos incomodava, fazia parte já que assim que um lobo se transformava em humano novamente, ele estava nu. Tinha olhares de cobiça? Claro, não sou hipócrita de esconder ou ignorar isso. Mas ao contrário do que acontece com os humanos, tinha respeito também.

Respeito de não tocar ou fazer graça com o que não é seu. O corpo do outro.

O fato de poder nos transformar a qualquer hora, seja dia ou noite, faz com que raramente tenhamos uma peça de roupa ao alcance, principalmente os homens, que se transformam com mais frequência, já que a maioria de suas tarefas na aldeia, exijam isso. A nudez se tornou algo tão corriqueiro, que raramente é notada. É como uma blusa que você usa por diversas vezes, deixa de ser novidade.

Quando chegamos a cabana, os únicos que ainda restam do nosso lado, foram os três armários.  Maria está na varanda, gritando com Toninho, que em contrapartida está com os punhos cerrados e com os olhos amarelos.

Ao que parece, meu pequeno já sabe que pode se transformar em vampiro na hora que quiser, mesmo que vergonhosamente, só me transformei em vampira com dez anos.

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