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Capítulo 22

Sinceramente, não sei como eu ainda estava de pé. Cada músculo do meu corpo doía, a transformação cobrou o seu preço e pagar ele, enquanto tinha tanta coisa pra fazer, era desgastante. Quando Toninho finalmente dormiu, eu deixei ele na cama e o cobri, antes de sair do quarto na ponta dos pés pra que não acordasse. Estava louca pra entender o motivo dos filhos de licáon terem vindo até aqui, mas só quando a história que estava contando pra Toninho estava terminando, foi que cheguei a conclusão óbvia. Eles estavam aqui por mim, agora quem tinha sido o filho de jumenta que disse onde eu estava, era que era a questão.

Assim que entrei na sala, Bruno caiu do sofá.

- Misericórdia, você tá bem? – Arqueei a sobrancelha.

- Achei que a senhora tinha ido dormir...

- Não, preciso fazer uma ligação antes. – Desconsiderei sua preocupação, com um gesto de mão, enquanto sentava no sofá de frente pra ele. – Cadê os outros?

...

...

...

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