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Capítulo 34

Depois de passar a noite sob o efeito de sedativos, Fausto acordou melhor, despertando logo nas primeiras horas da manhã.

            O corpo ainda doía, mas já era uma dor suportável mesmo sem remédios.

            Ao seu lado, Treizoitão gemeu a noite toda e conversou muito com seus amigos invisíveis. Nesse momento, ele estava dormindo calmamente.

            Fausto sentou-se na maca fazendo careta de dor e colocando a mão nas costelas que doíam muito. Seus pensamentos vagueavam sobre os últimos acontecimentos e a encruzilhada em que sua vida se tornou.

            “Puxa vida! As coisas viraram de cabeça pra baixo. Num instante eu estava com tudo certo, com a vida tranquila e com os planos do meu futuro bem traçados. Agora estou aqui, numa enfermaria de penitenciária, do lado de um amigo maluco, com meu corpo em frangalhos. Onde foi que eu errei?”

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