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Capítulo 29

            Alberto colocou o pacote com cuidado em cima da mesa. Teixeira e o advogado logo notaram a semelhança desse pacote com o outro encontrado na casa de Antonio Batistelli.

            - Peraí! - Falou o advogado nervoso. - Eu nunca vi isso aqui dentro da minha casa!

            - Calma doutor, a gente nem abriu ainda pra ver o que tem dentro. - Falou Teixeira acalmando o suspeito.

            Alberto pegou uma faca na pia e cortou o barbante, para em seguida desembrulhá-lo. Todos ficaram espantados, pois dentro do pacote havia uma peça íntima de mulher, tipo uma camisola de renda, toda suja, com muito sangue seco. Tanto sangue, que tingiu a peça antes branca, dando-lhe tons avermelhados, rosados e amarronzados. Era a cor do sangue... A cor de morte!

            Os investigadores e o advogado ficaram alguns instantes olhando para a camisola. Alberto e Teixeira sabiam que era comum que alguns assassinos guardassem alguns "troféus" de seus feitos. Isso fazia parte da personalidade de mentes doentias. Esse pequeno "troféu" servia como um fetiche, um prêmio, uma forma do assassino se lembrar da sensação que sentia no momento em que consumava seu ato animalesco, mas que para ele, era extasiante.

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