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Capítulo 22

            Os policiais saíram da delegacia e cada um foi para um lado. Enquanto Alberto foi pra casa descansar, Teixeira foi até a “Boca do Lixo” tomar umas cervejas e espairecer a cabeça.

            O Ômega preto do investigador estacionou em frente ao bar do Geraldo, com  os alto-falantes despejando “Minha eguinha pocotó”, no último volume. Teixeira abriu a porta e desligou o rádio para alegria de algumas pessoas que não curtiam aquele tipo de música. Depois, com um grande sorriso no rosto, o investigador desceu gritando ao seu garçom preferido:

            - Carlão, meu amigo, o Teixeirão chegou! Já traz aquela trincando e uma porção de torresmo, hoje eu tô com muita fome, e vê se não se esquece do limãozinho!

            O investigador era mais conhecido que o presidente ali na Boca do Lixo. Todos os traficantes e ladrõezinhos da região sabiam quem era o Teixeira, respeitando-o por ser tão fiel e só interferir em seus “negócios” quando esses passavam da medida. Os cafetões não gostavam muito dele, porque de vez em quando, escolhia uma das prostitutas para passar um tempo e nunca pagava nenhuma. Mas, mesmo assim, eles aturavam a folga do policial, porque, querendo ou não, fazia vista grossa para as “meninas da noite”, como ele costumava falar.

            - Aqui está a cerveja e o torresmo, Teixeira – falou o garçom sorridente. – E aí, onde está o Alberto?

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