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Capítulo 18

            Fausto levantou-se no meio da cela e tentou voltar até a porta para escapar do perigo, mas a porta  estava trancada por dentro. De vigia, como um cão de guarda, tinha  um  brutamontes parado em posição de sentido segurando as chaves em uma das mãos.

            Aflito, Fausto analisou a situação: de um lado, o brutamontes com cara de poucos amigos; do outro, os três detentos e “amigos” de sua cela, (se revelando nesse momento não serem tão amigos assim), e no fundo da solitária, um dos guardas da penitenciária com uma arma numa das mãos e um frasco de spray de pimenta na outra.

            Depois dessa rápida análise, Fausto resolveu respirar fundo e esperar pra saber o que é que aquelas pessoas queriam com ele e por que Hector havia falado para alguém ao telefone que ele “mordera a isca”.

            - Olá, Fausto! - Falou Hector desligando o celular e colocando-o no bolso. - Você veio atrás de nós mesmo, hein!

            Fausto tentava, mas não conseguia entender nada do que estava acontecendo. Como Hector tinha um celular dentro do presídio? O que eles queriam com ele ali, naquela cela da ala das solitárias? Essas dúvidas e as caras de sarcasmo de todos que olhavam para Fausto, acuado como uma presa cercada por leões, davam ao clima tenso um agravante que beirava o desespero.

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