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Vovó Mercedes.

Esses dias, estava ajudando minha mãe com umas caixas de coisas antigas aqui na casa dela, quando remexendo em algumas fotos, me deparo com uma de uma senhora com ares latinos, toda vestida como se estivesse na tradicional festa do Dia dos Mortos.

Perguntei à minha mãe quem era aquela mulher e quando minha mãe viu a foto, a tomou rapidamente de minhas mãos, rasgou, jogou dentro do lixo, acendeu um fósforo e começou a queimar a foto. Estranhei a atitude dela e perguntei quem era aquela mulher. Ela apenas disse: “É a vovó Mercedes, sua bisavó. Uma bruxa que só deu sossego, quando a família de reuniu e resolveu matá-la. Mas muitos parentes morreram no processo”.

Depois de ter dito isso, fiquei fascinado para conhecer mais sobre vovó Mercedes e saí perguntando, ligando para os parentes se alguém poderia contar alguma coisa sobre ela. Mas todos os parentes mais antigos da família desligavam o telefone na minha cara e não queriam me dizer nada.

Resolvi consultar meu mini-tabuleiro Ouija e pedir a Zozo e Sinoson, para que me dissessem quem era essa bruxa que tanto me fascina por em minhas veias correr o sangue dela. Invoquei-os e eles me disseram que para conhecer minha bisavó, eu teria que ir ao museu do ocultismo em Monroe, pois é lá que a urna com as cinzas de vovó Mercedes, está exposta para quem se aventurar a entrar.

Saí de casa, entrei no meu carro e dirigi de Louisiana até Monroe, em Connecticut, para conhecer esse tal de Museu do Ocultismo. Foram mais de vinte horas dirigindo, cerca de dois dias até chegar lá. Mas como estava obstinado, quase não fiz paradas, pois a vontade de conhecer alguma coisa sobre a parente que mexia com bruxaria, me excitava muito. Assim que cheguei, estava péssimo, pois só parei para comer e abastecer o tanque do carro. Estiquei as pernas estalei os ossos e fui até o museu.

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