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O NÚMERO 05

A pesquisa era simples: desenvolver uma droga que despertasse o instinto mais primitivo em animais domésticos e frágeis. Para isso, a universidade comprou as cobaias mais dóceis que conseguiram encontrar.

Os alunos, assim que entraram, estavam afoitos quando os viram dentro do laboratório. Eram cinco ratos brancos, que foram trazidos para a universidade, com o intuito de serem treinados e estudados.

Diferente de seus irmãos acinzentados, os ratos brancos não tinham instinto de sobrevivência e não fugiam diante de predadores. E por serem presas fáceis, a pesquisa era criar uma droga estimulante que despertasse neles o instinto de sobrevivência que, por natureza, não tinham.

Foram todos numerados e os testes foram começando. A droga ia sendo aplicada, reformulada e aplicada de novo nos ratinhos, que iam sendo descartados aos poucos, pois seus organismos não iam aguentando toda aquela química do mal.

Ao final, sobrou apenas um ratinho, o de número cinco. Ele recebera todas as variantes da droga e conseguia, não apenas ser maior e mais forte, mas também desenvolver o instinto de sobrevivência, que a pesquisa tanto almejava, pois conseguia matar um gato com facilidade.

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