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O ÁS DE ESPADAS

Era um exímio jogador de pôquer. Era tão bom, que nenhum cassino o deixava entrar, porque os donos já sabiam que de lá ele sairia com os bolsos abarrotados de dinheiro.

Sua fama correu o mundo e jogadores dos quatro cantos vinham desafiá-lo. Mas era tudo em vão, pois ele sempre vencia e mantinha seu nome imbatível: Larry Lucky, o dono do jogo.

Essa vida de fama e fortuna o acompanhou durante anos, até que seu último dia de vida chegou. A morte veio pessoalmente na figura de uma mulher de cabelos castanhos e vestida de preto, levar sua alma.

Larry, que ainda se achava no auge da sua saúde física, não quis ir com a morte para garantir uma passagem indolor para a outra vida. Ele fez mais: propôs um jogo de pôquer e, se perdesse para ela nas cartas, ela só voltaria quando ele completasse cem anos.

A morte aceitou o desafio: começaram a jogar. Foram sete dias e sete noites ininterruptas, com os jogos sempre empatando.

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