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O distraído

Marcelo chegou à sua casa às dezoito horas e trinta minutos. Retirara-se da loja de calçados na qual trabalhava de caixa minutos depois das dezoito horas, um pouco irritado devido à atitude de um cliente, que, esnobe, soberbo, tratara-o com desdém e o constrangera na frente de três clientes e dois funcionários da loja - o sangue a ferver, os punhos cerrados, Marcelo rilhava os dentes, atiçando-o pensamentos que o exortavam a se arremessar contra o cliente que o destratava; soubera conter-se, no entanto.

Chamou por Renata, sua esposa. Ela não estava na casa. Marcelo rumou ao quarto, entrou no banheiro, do qual retirou-se vinte minutos depois, banhado, chinelos-de-dedos nos pés, camisa regata e short, barbeado, de cabelos penteados, e rumou à cozinha para preparar o jantar, o seu e o da Renata, e na cozinha encontrou Renata, à pia, lavando tomates e cebolas, saudou-a, beijou-a, nos lábios, e ela censurou-o:

- Tu és muito distraído, Marcelo.

- Eu? - perguntou-lhe Marcelo, surpreso com a declaração.

- Sim. Tu.

...

...

...

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