Capítulo

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CAPÍTULO 1

POV Christian

- Não vai comer?
Encaro a minha marmita sem graça de comida.
- Não estou com fome.
- Tem uma cara ruim, mas o gosto é...
Kimmy tenta não rir.
- É de merda.
Nós dois começamos a rir.
- Realmente estou sem fome.
Deixo a marmita sobre a cama e encaro minhas mãos.
- Você parece mais preocupado. O que houve, lenhador?
- Não me chama assim!
Olho pra ele serio, mas falho ao ver seu enorme sorriso.
- Acho fofo te chamar assim.
- Não quero que seja fofo. Quero que seja sexy, dito pela minha chapeuzinho. Quando ela me chama assim me deixa louco e quando você me chama assim me deixa de tora mole.

Me levanto da cama.
- Estou com uma sensação estranha no peito.
- Que sensação?
- De que ela precisa de mim.
- Quem?
- A minha Ana.
Vejo Kimmy se aproximar.
- Você acha que ela esta em perigo?
- Acho. Tenho a sensação que ela esta no meio de cobras e não posso fazer nada.
- Enquanto estiver preso vai se sentir assim. Sinto a mesma coisa pela minha filha. Ela só tem 3 anos e não me tem por perto. Isso porque eu só quis fazer justiça com as minhas proprias mãos. Helen ainda não faz ideia do que é ter um pai preso, mas já sabe o que é não ter um pai por perto.
- Christian Grey!

Olho o policial na porta da cela.
- Me acompanhe.
Olho para o Kimmy.
- Já volto! Não come minha comida.
Ele ri e saio da cela.
Sigo o policial até a salinha.
Assim que a porta se abre, vejo meu advogado.
Inferno!
Será que estou sonhando de novo?
- Christian!
Fala sorrindo e estica a mão.
- Oi!
O aperto de mão me parece real.
- Vim te dar uma boa noticia.
- Qual?
- Esta livre!
Começo a rir alto. Muito alto eu diria.
- O que houve?
- Isso é um sonho. Daqui vou acordar.
Me sento na cadeira e espero.
- Sonho?
- Sim...
- Não... Isso é muito real. Você esta livre.

No primeiro sonho me livrei do processo sem explicação.
Vamos ver como vai ser nesse agora.
- O que aconteceu para me soltarem?
- Ana fez um acordo.
- Acordo?
Descruzo os braços e me arrumo na cadeira.
- Sim... Ethan retirava o processo contra você e ela retira o dela contra ele.
- Não... Ela não pode fazer isso!
Me levanto da cadeira, muito nervoso.
- Ele vai ficae impune. Não... Eu não aceito esse acordo.
- Infelizmente o acordo só cabe a eles.
- Porra!
Soco a mesa e sinto uma dor absurda.
- Caralho! Isso não é um sonho.

...

...

...

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