Capítulo

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Prólogo

Já era noite quando o julgamento tivera inicio. Ele ainda não conseguia acreditar, havia criado aquela coisa desde pequeno, tinha lhe dado amor e carinho, durante anos! Havia o criado para ser uma boa pessoa, mas ao que parecia, todo seu esforço havia sido em vão. Seu amado irmãozinho havia ido para o lado negro da força, se tornado um completo desgraçado e imbecil. Já perdera as contas das vezes que chegara machucado em casa, dizendo que apenas estava treinando, todavia, ele sabia que não era bem assim.


Afinal de contas, Salvatore nunca, jamais, conseguira mentir direito para ele. Sempre desviava o olhar em meio à conversa e inventava qualquer coisa que lhe vinha à mente, parecia um Stryder naqueles momentos, talvez fosse descendente de um, antes duvidava da possibilidade, todavia, agora? Ele ponderava sobre o fato. O motivo era o mais simples: ele havia se tornado um vilão e grande parte da família italiana era vilã. Eram poucos os casos em que nascia uma alma boa dentro deles.


Balançou a cabeça, afastando os pensamentos, não podia pensar naquilo agora. Precisava focar-se em chegar a tempo no castelo, mesmo que não conseguisse tirá-lo da prisão, talvez pudesse diminuir seu castigo, não é? Afinal... Miraela era uma rainha tão bondosa quanto sua filha, Miranda, era quase impossível não odiá-las. Mas sempre teria quem discordasse, afinal, nem tudo é perfeito, nem mesmo os deuses. Todos tinham seus defeitos, inclusive as divindades, as quais todos os humanos acreditavam serem perfeitos.

Batendo as asas mais fortes, Perseu aumentou sua velocidade, já estava atrasado demais devido à pequena (grande) parada em Nadezha, para verificar se seus netos estavam bem. Seu peito ainda doía sempre que os via, além de sua cabeça, estava sempre numa luta de razão e emoção, enquanto sua mente gritava para que falasse que a mãe dos garotos estava viva, seu coração o impedia, alegando que causaria mais dores em quem não merecia. No fim seu coração sempre vencia a disputa.

Para de pensar nos meninos! Apresse-se! Pensou, aumentando ainda mais a velocidade e balançando a cabeça. Precisava chegar logo ao julgamento de Salvatore, tinha que diminuir sua pena de algum jeito! Mesmo que significasse perder sua liberdade, sabia que estava sendo um trouxa, mas precisava ajudá-lo. Não desistiria de seu irmão caçula assim tão facilmente!

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