Capítulo

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8. A escuridão de todos nós

Há um momento em que você vê toda sua vida passar frente aos seus olhos, e quando eu vi aqueles olhos verdes e furiosos fitando-me com completa raiva, pude ver além do passado; Imaginei-me sendo lançado pelo ar como Anna, caindo e sentindo cada osso quebrando por dentro a cada mínimo movimento de sua mão, e apesar da minha ousadia em respondê-lo, e de ser visível o quão irritado ele está, consegui respostas que, resolve algumas de minhas dúvidas e certamente, se minutos depois eu estiver inconsciente no carpete desta biblioteca, estarei orgulhoso de mim mesmo. 
Isso parece loucura.

– Quem te deu permissão para caminhar pela mansão como se fosse alguém da família? – suas palavras foram claras e diretas, não tenho dúvidas, no entanto não foram afiadas o suficiente para me acertar. Com o tempo, você precisa aprender a lidar com o que te incomoda, e eu aprendi...

– Posso não ser da família, mas tenho o direito de procurar respostas – minhas palavras saem rápidas e fico impressionado por não ter gaguejado – Você vê como se aqueles dois malditos dias depois da minha chegada fosse um dia qualquer, eu não.

Ele soltou uma gargalhada irônica enquanto caminhava em minha direção, e meu coração acelerava junto a seus passos.

– Então quer dizer que, com aquelas migalhas de atenção que eu te dei – respiro fundo, apesar de tudo, sei que é verdade – Você se apaixonou por mim?

...

...

...

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