Um último, Adeus!

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Um último, Adeus!
Capítulo único

As palavras não ditas, se transformaram na brisa gélida e sombria que resvala em meus já brancos cabelos. O tempo que tiamos passou tão rápido e cruel como na mais ardida e dolorosa queimadura.

Naquele dia meu coração se quebrou por completo. No dia em que eu não pude tocar uma última vez em seus lábios; no dia em que seu corpo ficou frio ao meu toque; no dia em que você se foi sem ao menos me dizer um último adeus.

Padeci na mais pungente e fulminante dor, chorei sangue e bebi da minha própria desgraça. Em vida eu morri; em vida eu desfaleci no mais breu e mórbido da minha alma. Entreguei-me a escuridão sem fim, que se alastrou por cada pedaço de luz e amor que ainda residia em meu já doentio coração.

Sua descabida e odiosa distância consumia aos poucos toda a minha energia. Sem o calor do seu toque um cadáver era apenas como eu me sentia, álgido, seco e sem vida. Consumida impiedosamente por toda a angústia e inclemente solidão.

Mas dá dor já desfalecida, e das lágrimas já escassas veio o rompante da espera. A espera do tempo em que eu ficaria junta a ti; a espera da minha partida para o único lugar em que eu queria está; a lancinante e penosa espera de mais uma vez está em seus fortes braços.

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