DESENHOS ASTRAIS, O CICLO DA SERPENTE

Não Ficção

Livro resumo

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Classificação

Livre

Publicado em

30/08/19

Status

Finalizado

RESUMO

DESENHOS ASTRAIS

O CICLO DA SERPENTE

 

Este é um manual de prática e conceito sobre os desenhos autônomos, meu nome é André Lobato, e tenho feito um trabalho de observação a eventos psíquicos ocorridos corriqueiramente em nosso cotidiano, e que ganham uma estranheza pela complexidade como se dão, digo isso dos eventos conhecido como paranormais, ou então mistificando ainda mais poder-se-ia aplicar o sinônimo de sobrenaturais, dando ainda mais distância de uma explicação natural de tais eventos.

 No decorrer desta década fui buscado instrução na área da Psicologia, mais especificamente no campo da Metapsíquica e Psicanálise, pela vertente de Freud, para ter acesso às linhas de observação às atividades geradas e observadas por nossa psique e que alterariam a realidade com manifestações psíquicas ou metafísicas, às que até o início das observações finais ainda eram colocada por mim num campo sobrenatural, inclusive pelo catalogamento de tais eventos se dar por entidades ligados a doutrinamento espirituais, como no caso do Espiritismo, o qual desde a criação de um grupo de estudos de fenômeno psicológicos que serviria a gerar conteúdo de análise a eventos universais que ocorriam sem um explicativa científica, até hoje não alcançada, mas deixando um volume de técnicas de observação e manipulação de tais efeitos, de um imenso valor, e foi neste material que encontrei em um relato de uma sessão de psicografia a metódica do processo de manipulação de objetos inanimados. Com este material agregado, pude iniciar os processos de produção de tais atividades de maneira experimental, ocorrendo na repetição dos eventos relatados como psicografia ou psicopictografia, gerando a mais de dois anos centenas de horas de trabalho nessa atividade, produzindo material inteligente, de forma autônoma, e podendo ser produzido por qualquer pessoa, segundo minhas experiência em repetir tai atividades por pessoas comuns sem nenhum fracasso, e em tempo de meio minuto em sua maioria. Resumidamente este é o projeto que iniciei e denominei de Desenhos Astrais, este nome representa por mim, a relação gravitacional e sua resposta automática obtida pela manipulação de qualquer objeto de escrita, alcançados pela observação e manipulação deste.

No dia 04 de abril de 2016       

No dia 04 de abril de 2016. As 23:30, iniciei as atividades de um laboratório quanto aos estudos de mensagens obtidas de maneira psíquica, ou digamos até aqui, paranormal. Ao longo de quatro anos de estudos relativos ao espiritismo técnico, consumindo essa literatura de desde o início dos estudos da Sociedade Parisiense de Estudos Psicológicos, até sua transformação na Revista Espírita. Passei pelos filósofos sistemistas do recém entendido grupo de estudos de Psicologia de Paris, do final do século XIX. Neste final de década de noventa e início do Século XX, os estudos já se adiantavam no entendimento de uma nova ciência, vertendo-a da psicologia, e entrando no campo experimental até hoje e ainda não realizado como ciência. O desacerto gerado por Allan Kardec, com um apanhado de sugeridas entrevistas com seres espirituais que respondiam a questionamentos de membros da sociedade dita anteriormente, serviu como desmotivador aos outros cientistas contemporâneos que queriam provas obtidas por meios problematizados, que identificassem as ações e reações obtidas nesses experimentos. Mas não contavam os cientistas em uma conversão de Allan Kardec ao espiritismo dogmático, inclusive o próprio Kardec se rebatizou com um nome de um sacerdote vivido no período alto dos egípcios, atuando com esta carga dogmática excessiva, dirigida por ele mesmo no livro Evangelho Segundo o Espiritismo. O que não imaginava o mentor dessa filosofia é que iria transformar-se em uma religião, desnorteando o intuito científico. Mas não pode ele ver acontecer isso, devido a sua morte após o lançamento dos livros que seriam um manual de diálogos e premissas morais exigidas por grandes espíritos com níveis morais mais evoluídos que os da raça humana.

Fiz um resumo sobre o período em que se inicia as atividades de observação dentro do espiritismo moderno

Fiz um resumo sobre o período em que se inicia as atividades de observação dentro do espiritismo moderno. Nesse período surgiram vários analistas de eventos, que dados à época eram nomeados de sobrenaturais, pois tinham como origem, um complexo detalhamento de uma personalidade, e como sempre se deu, sem levar os experimentos a um campo mais universal, como na atenção de percepções em animais e plantas, estes que trazem a mesma energia universal que seria responsável pelos eventos sobrenaturais, tornando a teoria espírita muito distante de uma ciência, por falta de uma análise de que são estes eventos sobrenaturais. E foi neste ponto que tomei como partida, e como ponto de chegada, já que no começo do experimento, acreditei que estava praticando uma comunicação mediúnica através da escrita, a chamada psicografia, inclusive usei a técnica descrita por Leon Dennis, um estudioso das atividades paranormais que ocorriam na Europa no final do século XIX e início do XX, em seu livro, No Invisível ocorre a descrição de uma sessão espírita em que uma médium escreve em uma pedra caracteres legíveis, e em algumas cartas endereçadas a pessoas com alguns detalhes que seriam de conhecimento de apenas do destinatário. Bem, o conteúdo não me pareceu extraordinário, mas os detalhes do experimento me chamaram a atenção, já que era definido que a posição de escrita deveria obedecer a um padrão. Sendo assim, assumi a responsabilidade de eu mesmo praticar e avaliar o que imaginava ser uma psicografia espírita. Deu-se o experimento da seguinte forma: Em posição relaxada, segurando uma caneta em ângulo reto(90graus) em relação a uma folha de papel sobre um bloco, ainda tomando cuidado de segurar a caneta com a mão esquerda, mesmo sendo destro, para que qualquer movimento mesmo sendo involuntário pudesse me deixar mais atento, já que não é uma mão de habitual uso. O lugar onde se deu a prática, era minha própria cama, que também serviu para manter a discrição, então me propus a iniciar a atividade de uma pretensa escrita mediúnica. Ao tempo de 30 minutos, apenas me prestando a observação de qualquer alteração com a caneta, sendo essa alteração sentida pela minha mão: como a alteração de peso, temperatura, vibração e movimentação. Em 90 graus em relação ao papel e não aplicando nenhuma pressão sobre a caneta as 23 horas do dia 04 de abril de 2016 eu esperei a caneta mexer-se, e ela mexeu.

Depois de vinte minutos, só esperando a caneta escrever algo e apenas um traço de quatro centímetros formou-se, mas aquilo era o suficiente pra mim, eu sabia que aquele traço confirmava a minha primeira expectativa, não era uma exclusividade de um...       

Depois de vinte minutos, só esperando a caneta escrever algo e apenas um traço de quatro centímetros formou-se, mas aquilo era o suficiente pra mim, eu sabia que aquele traço confirmava a minha primeira expectativa, não era uma exclusividade de um médium a manipulação de objetos, a psicografia tende a ser um evento universal, sendo acessível a qualquer indivíduo, desde que este esteja apto para observar a motricidade do objeto; Somente sobre a motricidade, renderia um vasto comentário sobre suas utilizações, mas ainda tenho feito poucos experimentos dentro das atividades que poderiam ser exploradas, já que em testes casuais com objetos de uso diário estes responderam positivamente, em objetos como moedas, caneca de café com café dentro, lápis, caneta, vassoura, e demais objetos de uso diário. E em todos estes acima citados houve a vibração seguida de movimentos vetorizados, isto é, vinham desenhando formas, claro que esse resumo pode parecer simplista, algo que se movimenta sozinho e produz arte, mas isso é o que se é observado. Os traços que no começo parecem simples garranchos de tinta disformes, vão ao longo de várias passadas de tinta transformando- se em espetaculares desenhos de uma complexidade assustadora, com técnicas de preenchimento por texturas que são muito apuradas, para se entender como algo que ocorreria de maneira espontânea ou por um simples acaso, apesar de até agora ainda conhecer uma pequena parte da a atividade de manipular a animação espontânea, já que há desprendimento de muitas horas de trabalho, enquanto ela ocorre. Posso dizer pelos 500 dias de atividade dos desenhos, com seis horas diárias de exercícios, que venho diariamente me prestando na análise dos movimentos. Ainda vou dizer que diferentemente do que a psicanálise nos apresentou, de um Inconsciente brutal e selvagem, que é também descrito pelas novas Escolas psicanalíticas, não foram observados por mim, desde as primeiras análises.

Antes de entrar na questão do ID, vou descrever um desenho, ou melhor, o que faz os desenhos astrais, que é a maneira como os vejo, produzidos por fluência universal, que seria, esta fluência universal, bem, as análises que fiz quanto a padrões observáveis estão demonstrado métricas exatas de um meio em comprimento de um traço, digamos que se meça uma linha, ela dará um centímetro e meio enquanto o outro dará cinco centímetros e meio, e assim se dá em todas as medições, outro aspecto que se repete em qualquer atividade desta realizada de um desenho, automaticamente ela se integra com qualquer outra figura que se encaixar em seu desenho, e isso me fez pensar o porque de se ter tantos padrões universais, então lembrei do ritmo atômico, que é universal, e não estático, sendo dinâmico ao ponto de não descansar a energia movida, gerando uma antienergia, que produz um movimento estático, que no caso do desenho astral, esta energia é somente o retorno do movimento de pegar a caneta e levar até o papel, depois disso se repete a operação, de levantar a caneta e reposicionar nos pontos de origem, isso gera energia, ou extrai energia como mais correto dizer, do universo, este que está energeticamente ou magneticamente ligado, e creio que esta ligação não seja aleatória, assim como nada anda aleatório no universo, ele pode estar formando padrões, como nós observados nos desenhos. Que são inteligentes quanto a sua proposta de diálogo, não por imprimir um diálogo, mas por propor uma reflexão quanto à uma inteligência matriz. Esta é a descrição do processo. Caneta em posição de escrita, papel em uma prancheta, observa-se a caneta sobre o papel que ela nos primeiros segundos apenas balança como um pêndulo, sendo quase imperceptível, em todos os casos, quando demonstro a alguém a técnica, como estou sensível a reconhecer os movimentos mais sutis, acabo vendo até mesmo antes que a pessoa que está segurando o objeto de desenho, o movimento deste. Assim sempre oriento a esta pessoa a prestar muita atenção, já que se não observar com a ação, não é possível reconhecer os traços e suas direções a serem seguidas. A caneta está se mexendo! Esta frase eu ouço nos trinta primeiros segundos quando estou expondo a ideia do desenho astral. E esse simples traço que ocorre nesse momento inicial é que irá gerar todo um complexo, demorado, instigante e simbólico desenho.

Tudo criado através de um simples traço de não mais que dois milímetros apenas, que irá tornar-se um desenho, somente com o manipulador colocando o objeto de desenho(caneta, lápis etc

Tudo criado através de um simples traço de não mais que dois milímetros apenas, que irá tornar-se um desenho, somente com o manipulador colocando o objeto de desenho(caneta, lápis etc.) no ponto inicial, após isso o próprio desenho deixará vários pontos abertos no desenho, que podem ser traços em desalinho ou retas que param sem finalizar um traço, isto indica um ponto de nova direção de traço. Em resumo, o desenho deixa esperas, que o manipulador deverá ter que tirar o objeto de desenho do papel e colocar em um destes pontos. É claro que não existe manual para isso, eu descrevo minha experiência e os resultados positivos que alcancei, mas claro, que até aqui, fui tendo alguns insucessos, já que não queria repetir um trabalho, tomei cuidado para não cair no campo do ocultismo, nem no misticismo mesmo que este explicasse de forma fabulosa. Acreditei que estes movimentos já eram utilizados durante os tempos, e em algumas culturas ficaram bem vivos, apesar de envoltos ainda num mar de segredos. E que segredos... Eu quando vi minha xícara de café fazendo um desenho, imaginei o seguinte; sendo esta xícara mais pesada que minha caneta, e mesmo assim ocorre os mesmos movimentos, tanto em um, quanto ao outro. Mas a questão da gravidade, como se daria então; já que incidiria igual para objetos de pesos bem diferentes. Ao primeiro momento acreditei que seria esta força motriz uma entidade individual que produziria estes tais desenhos, mas pude perceber que com a falta de personalidade isso teria outra forma de ser observado, já que não ocorre diálogos, sensações de desconforto ou euforia, alteração no ambiente ou perda de consciência. Sendo assim, por estes fatos, comuns a mim e a quem mais produzir, deixando de lado um indivíduo produtor destas artes. Parece confuso descrever um algo sem consciência que produz uma arte de ponta, com uma prática invejável, sem rascunhos ou qualquer outro referencial que possa dizer como sendo algo produzido por um ser humano, vivo ou morto. Eu não queria entrar nesse ponto referente ao mundo carmático, as explicações que temos são bem enraizadas em especulações sobre reencarnação e vidas passadas, mas como embasei meus estudos na filosofia hindu inclusive operando algumas regressões usando as técnicas dos sankaras para resgatar sentimentos e emoções estagnadas em um passado recente, distante ou até mesmo passando a outras vidas. Nestas experiências o hipnotizado descreve com detalhes fatos passados com ele e com pessoas próximas a ele tanto na descrição de sua regressão, quanto no momento de vida atual.

Bem, antes de mais nada devo dizer que não tenho graduação em Psicologia, apesar de ter que consumir muita literatura psicanalítica para responder algumas questões pendentes quanto a este estado puro que busco analisar, e que Freud deu o nome de Id. Ficando com a ótica de Freud, pode-se dizer que os instintos primários se transformam em sentimentos, conforme a doutrinação ambiental a qual o sujeito foi exposto. Fui até as cartas de Freud. Já que na sua biografia feita por ele mesmo é muito raso a questão dele e seus próprios sentimentos, nas cartas que ele publicou deram um outro sentido ao complexo mundo freudiano. Em uma das cartas que ele guardava como registros que futuramente serviriam como objetos de entendimento do modo pensante deste mestre. O que poderia haver de estranho na frase: Só pode ser analista quem for judeu. Esta frase fora de contexto pode parecer que seria até racista, ou algo assim, mas ocorreu essa frase em defesa do grupo de estudos que era formado em maioria por judeus, então por ele explicado como sendo quase impossível a alguém que não seja um religioso ligado a uma adoração a um único deus. Porque os nossos sentimentos são abalizados por nossas repressões, ou projetadas em nós por nossos criadores que são totens para nós, mas não são únicos, somente Deus poderia ser único conforme Moisés, mas Deus não estava nem ai pra psicanálise, mas Moisés criou a ideia de um só deus, o que fez seus subordinados a obedecerem algo totalmente abstrato, a abstração era para Freud um avanço muito grande quando comparado a religiões que destratavam deste assunto ou teriam mistificações pagãs que não ultrapassaram para a ideia de uma deidade universal. E claro, fui entender a ideia mosaica... A bíblia é um excelente guia simbologista, e com uma variedade de signos e interpretações... Inclui ali um indivíduo que era um interpretador de sonhos assim como Freud, que era José, o governador do Egito, posto este alcançado após interpretar os sonhos do faraó. E mais alguns profetas ao longo dos tempos também se utilizaram desta leitura do ID ou do inconsciente propriamente dito. Mas o que seria esse inconsciente? Ao longo do trabalho de execução dos desenhos astrais algumas perguntas foram respondendo-se. A ideia de um inconsciente ou ID em estado animal foi desaparecendo, e então pude perceber que este estado natural é pelo contrário, uma força orgânica presente não só na psique como também no material. 

 

 

Eu queria só fazer um desenhinho que fosse impressionante por ser feito de forma mediúnica, mas isso é pouco... Hoje desenho seis horas por dia e meus traços estão mais lentos ainda pela troca que fiz de material, acabei optando por uma caneta esferográfica de ponta fina, em troca da ponta média que vinha utilizando para realizar traços mais sutis.. Uma infecção no ombro do trabalho consecutivo de apoiar a caneta no papel tem me feito quase pensar em umas férias, mas o desejo de aprontar o desenho é maior, e outra coisa, uma hora fazendo um desenho comum, de forma artística irá cansar duas a três vezes mais que o desenho astrais, pois não envolve força por parte do manipulador, e nem grande esforço mental, já que a programação de o que fazer, qual ponto traçar ou tipo de linha é automático, nem força é preciso para percorrer a folha, o que cria um estado contemplativo, que até poderia dar sono, já que são horas, apenas traçando linhas o desconforto da posição de escrita, que eu uso, em nirvana, então esta parte já põe em descrédito os benefícios dados a uma pessoa por uma condição de servente à uma identidade espiritual. Um ser não pode ser maior que outro, não existe esta equação, ninguém pode dar poder, o poder é uma concessão do universo a um evento, assim como acontece hecatombes naturais, assim acontece as sociais, períodos de dor, medo, opressão, mas somente por circunstâncias ambientais. Já que um índio do Amazonas não disputa água como um nativo do Saara. O poder se dá nisso e somente nisso, já que é temporal e ambiental é geográfico. Assim se dá em síntese o que um ditado hindu diz: Em momentos que a humanidade passa por grandes males, Deus nos envia grandes homens. O incômodo natural do meio ambiente acaba por produzir efeitos de superação no ser humano, programando este a um caminho evolutivo. Mas claro que nem todos os grandes Homens usaram para o bem comum essa força. Enquanto alguns outros viraram deidades pelo histórico positivo que deixaram de legado. Nesse vai e vem de deidades aqui na Terra, civilizações são construídas, destruídas, e vivemos o grande andar de evolução, e nessa trajetória o ser Homem transformou a natureza, ou melhor, agora penso quando executo um desenho, que a própria natureza é a arte, os arquétipos são desenhos, e claro, esses arquétipos compõe outros, ou sendo, as criaturas também obram nesta construção, desde os animais com sua composição mais simples, até as obras de engenharia humana. Assim se dá uma organização evolutiva, o tempo acionando mecanismos de sobrevivência mais complexo que a construção de um ninho de pássaro, mas com origem na mesma força vital, já que ainda não sabemos fazer a vida, mas sabemos conservar esta vida, e para isso aprimoram os instintos e através de padrões, reconhecemos melhores caminhos para a subsistência, e a dança evolutiva acontece, só que neste meio tempo, parece que a inteligência humana sem alcance de responder a questionamentos antigos.

 Assim se dá uma organização evolutiva, o tempo acionando mecanismos de sobrevivência mais complexo que a construção de um ninho de pássaro, mas com origem na mesma força vital, já que ainda não sabemos fazer a vida, mas sabemos conservar esta vid...

E não tem essa preocupação pelo fato de observarem a inteligência como sendo algo individualizado, os testes de QI respondem bem a isso, desconsiderando fatores importantíssimos ao nosso caráter evolutivo, que é coletivo. Na presença de alguma inteligência, ela terá que ser útil ao meio social, não sendo, em determinadas culturas produtivo ao meio social essa pessoa será extinta. Então já se percebe que o Homem busca evolução, assim como todos os outros seres vivos. Segue-se esta premissa; se sabe que a evolução é natural e passa por períodos em que parece esta andar um pouco mais dinâmica e outros estagnados, tanto no campo de vista dos efeitos naturais do planeta, quanto na elevação intelectual do Homem. Em alguns momentos o ser humano parece ter recebido algumas graças. Sendo elas as pirâmides, incluindo todos os eventos destas construções, no Oriente, nas Américas, submersas ao redor do globo, que enfim, em todos os casos parece que o ser humano foi assistido por uma inteligência maior, embutindo em nossas culturas técnicas que à época em que apontaram não teríamos como alcançar. Com esses dados, a maioria da literatura que se ocupa destes episódios da história humana, são voltados aquelas velhas místicas... e até o livro: Eram os deuses astronautas, deixou muito a responder. Mas vou me apropriar de algumas perguntas que em 1969 o ano de edição do livro, eram de uma ingenuidade, quanto a corrida espacial e os avanços tecnológicos esperados, que até agora vimos muito pouco, e este livro irá completar 50 anos em 2019 dizendo que os desenhos pré históricos descrevendo seres aparentemente vindo do espaço e suas máquinas de vôo, eram representações de seres extraterrenos. Então estudei os desenhos que serviram como base desta pesquisa, mas ao comparar alguns detalhes, até percebia a proposta como algo sobre- humano, os desenhos mais simples que tive acesso, foram os do deserto do Chile, que de nada tem de simples, a não ser por seu traço, e a semelhança em seu desenho com desenhos feitos na atividade dos desenhos astrais, que a partir de agora posso já dizer como pictogravuras. Os desenhos no deserto são traçados de risco contínuo, com uma simbologia e de visualização do ponto de vista do artista quase nula. Estes desenhos não necessariamente tem por origem um povo de grande afinidade com as artes, assim como outras culturas também não tinham um domínio intelectual tão avançado ao ponto de empreitar grandes construções, incluindo o povo egípcio, ou os astecas, ou maias, para limitar as referências, estes fizeram projetos, ou então fizeram o uso de uma inteligência externa à sua cultura, pelo menos é este o resultado para uma pergunta que presumiríamos, caso houvesse necessidade. 

Então creio nos dois pontos; quando estou trabalhando em uma arte no papel, e quando fiz experiências com outros objetos, minha aptidão no manuseio desse material, faz com que eu domine melhor traços mais sutis, mas essa qualidade é igualmente pro...       

Então creio nos dois pontos; quando estou trabalhando em uma arte no papel, e quando fiz experiências com outros objetos, minha aptidão no manuseio desse material, faz com que eu domine melhor traços mais sutis, mas essa qualidade é igualmente proporcional ao tempo que disponho nestes exercícios. A qualidade é uma ação exercida por mim, incluindo atividades perceptivas que se deve desenvolver com essa atividade, já que não é elaborado um entendimento entre o manipulador, objeto, e a força natural que move o objeto, que são partes de um mesmo todo. Não confundindo com o exemplo que se dá como sendo de um médium, um extasiado, ou um iluminado, há que se entenda, que a pessoa que mergulha nesse multiverso, seja pela indução digitalizada(uso de uma droga) de estado de consciência, ou até pelo mais simples contatos que fizemos em maioria, que é o sonho. Neste último, que é o genérico entre nós, se dá de forma inconsciente, sendo percebido pelo consciente até mesmo como um estranho, uma outra personalidade que dialogue com si próprio. Assim vejo os sonhos, como capacitadores de inteligência, e não partindo da ideia de inteligência individual, já que esse todo, esse mecanismo universal dispõe de diálogos, alguns muito claros e inteligíveis, como em uma equação em que se ligam sentimentos, emoções e instintos, expondo cenas claras de uma realidade, mesmo nos parecendo como virtual. Já que a realidade é situacional. Pela leitura destas substâncias se planifica o sonho, em um painel mental. A extração do resultado que a mente produz ao observar esse painel, dependerá da pessoa que o observar, assim mesclando ideias pessoais, com ideias coletivas, que chegam a nós como tendências, gerando ai uma análise pessoal, com resultados diferentes dependendo da observação e as captações da simbologia, que de certa forma serve como adestrador aos nossos impulsos. Sei que isso tem muito da escola freudiana, até na observação do estado psíquico na periferia ambiental do indivíduo, que mais tarde um de seus continuadores daria o significado de Inconsciente Coletivo, ainda não se preocupando com a metapsique, apesar de haver sido alterada a ideia desse conceito com o Doutor Viktor Frankl, que infelizmente viveu como prisioneiro em diversos campos de trabalho nazistas, e nessa vivência idealizou a logoterapia, que é um suplemento a psicanálise e um alento aos que estranhavam a falta de resovolvimento em situações cruciais de sobrevivência que por razões óbvias não eram postas em observação. Também não atenderam os freudianos puritanos, mas é uma perspectiva muito bem viva do ser humano em seu estado orgânico altamente comprometido. 

Com isso, ganhamos este tipo de análise, que se adapta a uma pessoa que esteve exposta a um alto grau de periculosidade em sua vida

Com isso, ganhamos este tipo de análise, que se adapta a uma pessoa que esteve exposta a um alto grau de periculosidade em sua vida. Algo não diferente da visão hinduísta, que nomeia medos e tensões passadas com o nome de sankara, raiz da palavra cicatriz, o sankara são os danos causados em outros momentos no passado, que ainda necessitam ser aceitos pela mente em seu estado de consciência. Regressão, seria a palavra ocidental para esta técnica, então a usei, e pude perceber nas sessões de hipnose que os induzidos tinham uma lembrança viva de episódios passados em um tempo afastado do nosso, em um passado descrito em detalhes. Na visão de um espiritualista, seria o retorno da alma a um momento passado, para um cético, poderia ser desde uma memória genética até uma indução feita pelo manipulador hipnólogo. Sendo este último um ponto a ser atendido. Nas regressões, os pacientes eram induzidos a um estado de perda de vigília, e lhes é apresentado uma orientação para a criação de um painel mental, e ali seria exposto as imagens que trariam cenas vividas em uma outra época. Enfim, foram dez pessoas experimentadas, e na sua totalidade, estavam mesmo vivenciando um momento verdadeiro, inclusive eu, que tive que manter a serenidade em um momento de emoções perturbadoras, tanto no momento da regressiva, quanto depois, no final da sessão, onde perguntas desconexas por parte do paciente eram feitas sem eu ao menos ter levantado uma percepção do acontecido, no último caso, onde uma mulher de seus 40 anos revive a morte em um buraco na neve, sendo que essa pessoa jamais esteve em um lugar onde tivesse neve, e mesmo assim relatava seus últimos momentos esquecida em uma queda num lugar ermo, e acabando por morrer ali, incluindo em sua descrição textura da neve, os danos do frio no corpo, e a agonia dos últimos instantes. Poderia eu entender que era mesmo aquilo um sankara, ou uma memória regressiva, mas alguma coisa ainda não me dava certeza, na auto hipnose ficou mais claro, já que percebi a regressão como algo natural. Mas não poderíamos situar o nosso pensamento em algo que não temos como dar sentido, ele ocorre como um filme na mente, integrado diretamente em imagens significantes, e já carregadas de sensações, apenas se prestando o sistema orgânico a responder de forma automática. Bem, seria mais fácil dizer que a regressão é um mergulho nesse universo metafísico, que por sempre existir, traz consigo mesmo a leitura de qualquer evento ocorrido e até a ocorrer. E o painel mental proposto, nada mais é, que a observação desse universo. Durante muito tempo a vida em outras épocas é relatada por personagens vividos em época passadas e ditos espíritos desencarnados, ou até encarnados que num processo regressivo descrevem seus passados.

 Durante muito tempo a vida em outras épocas é relatada por personagens vividos em época passadas e ditos espíritos desencarnados, ou até encarnados que num processo regressivo descrevem seus passados

Claro que acompanhei esta literatura, mas acredito que o próprio universo guarda sua história, e nós relata a qualquer momento que insistirmos em sabê-lo. O universo não cria indivíduos, não ocorre a fabricação de um ser específico e sim de um projeto, dependendo da demanda evolucionista a que é esperada por um todo, não só pela ótica humana. Então creio que pela mesma força que planifica em nossa mente simbologias que nos instruem; assim como observo nos desenhos feitos de forma autônoma. E quando a mente não está preparada ao mergulho nesse universo? Sabemos que existe a indução ao sono de maneira natural, por indução hipnótica, e também pela digitalização, que é a administração de drogas para um estado sensível de consciência. Bem, eu tive a primeira experiência com a digitalização um tanto cedo, aos 15 anos, com a perda de uma pessoa especial para mim, comecei a perguntar sobre para onde iriam as pessoas após a sua morte. Era pra ser uma questão resolvida em um encontro com um padre, um médico, um budista, um Hare Krishna, ou um velho índio, como fez o antropólogo Carlos Castanheda; mas as respostas mudavam dependendo das perguntas que fazia, então resolvi sistematizar, só observar, não interagir com os objetos apresentados no painel mental, claro, que tive que ingressar nesta experiência com uma bagagem yogue de causar inveja, e assertivamente os exercícios de vazio, me auxiliaram muito, o ego não resistia mais a exposição dos painéis, transformando sessões que no começo não passavam de dez minutos efetivos de contato com os painéis, a sessões de até doze horas, sempre usando o mesmo produto, um benzeno, horários semelhantes, lugares semelhantes, e uma dieta leve. Foi assim que percebi algumas conexões entre o plano astral e o físico, que poderiam solucionar aquela minha velha questão, o problema agora era como querer que alguém não gostasse daquele universo apresentado, que claro, é individualizado, cada pessoa vai ter o contato com esse plano por seu empenho em descobri- lo, ou melhor, em descobrir-se. Este é um manual sobre os desenhos autônomos, mas estes pontos que integro, são pontos que assinalei durante o processo de assimilação deste plano inteligente, a formação da ideia de um universo inteligente não era minha busca, até tinha ideias caoistas, atéas sobre a criação do universo, mas durante estes meus 30 anos de coleta de evidências, nenhuma se mostrou tão intensa, pelo menos até agora, como nos desenhos. A partir das artes pude fazer algumas relações com o sentido natural da vida! Esta seria uma linda frase se não desse tantos argumentos a serem divergidos.

Bem, tomando um ar

Bem, tomando um ar... Durante muito tempo o Homem tem feito contato com seres superiores, sejam anjos, semideuses, profetas, iluminados etc. Mas quando inquiriram sobre quem os teria enviado, todos os relatos dizem que algo superior comanda nosso destino e que seríamos sua criação. OK? Nem tanto, já que o diluir-se nesse estado do universo pode criar algumas confusões, já que diferentes grandes homens que fizeram ou estão fazendo nossa história, que buscaram com perícia harmonizar a consciência pessoal com a universal e atuando com excelência. Enquanto outros através de uma digitalização, seja por drogas lícitas ou ilícitas, desbravam este meio com uma imperícia assustadora, gerando graves danos a si mesmo e ao meio em que vivem. Os caminhos são os mesmos, mas os objetivos não. Como antes observei, essa força natural é de uma carga grandíssima, inclusive nem ter- se-ia como descrever, mas pela leitura que faço de suas ações, ainda vejo muitas utilidades de comunio humano, diferente de práticas egoístas, como no caso que levantei quanto ao uso de drogas para a elevação ao estado onde possibilite a observação e à sensibilidade quanto a esse plano. A drogatização é uma navegação por estes sinais e símbolos, que claro, necessitam tempo e intelecto adestrado para o reconhecimento e assimilação das informações obtidas neste mergulho, mas não é o que ocorre. Nas culturas antigas, um indivíduo era o responsável pela administração de drogas para buscar o espírito do mundo, parafraseando Castanheda, e assim aquele indivíduo era experimentado nos efeitos da droga e suas aplicações, assim como o cuidado em zelar pela, digamos, tradição religiosa. Enfim, o Homem hoje envasa essas bebidas sagradas e ainda faz comerciais ligando a droga à felicidade, enquanto aqueles velhos índios, sabem que a força não tem controle, e quem brincar com essa força, no mínimo terá uma experiência desagradável. Força, eu digo, mas pode-se chamar de qualquer coisa, luz, energia, Deus etc. Mas a nomeação pouco importa, já que ela vai ocorrer de uma forma ou outra. E sendo uma força, pode então ser manipulada? Não também. O que manipulamos é a aplicação desta força. Tem vezes que busco referências em literaturas filosóficas religiosas, para explicar de modo generalizado, já que as culturas abertas fazem muito bem essas popularização. Então vamos lá...velho testamento; Quem nunca ouviu falar da velha serpente, que vivia nos jardins do Éden, pois então, ela tem muito a ver conosco. A árvore do conhecimento estava sempre lá, como esse Eu Universal que habitava junto com os Homens, mas daí a mulher pediu a Adão que comece do fruto da árvore do conhecimento, bem, ao contrário da maçã já gasta desta representação, que os iconoclastas convencionaram e até uma das empresas de ponta no setor de tecnologia usa. Só que qualquer pessoa sabe que o conhecimento só gera um fruto, que é a sabedoria. Sendo assim, toda árvore genealógica de Adão foi vivendo sem receber deste fruto, que não deveria ser comido, e assim se deu... Expulsos do paraíso, tentaram com conhecimento humano conquistar a Terra, não deu muito certo, mais uma vez Deus interviu e acabou com o povo que tinha vindo daquela afronta, que era a de apossar-se da sabedoria de Deus, que está lá no paraíso, em seu centro, guardada por anjos...Esta última parte nos mostra o quão difícil é o ingresso no reino celeste, e quão difícil é não se apropriar de algo divino. E se vê muito destes apropriadores, que nada mais são, que pessoas afinadas com esse Eu Maior, e que desenvolveram técnicas pessoais de expressão desta Força. E nem digo só no campo religioso, as artes devem muito para esta energia, aliás a humanidade deve muito. Provas de ações dessa força estão espalhadas pelo mundo. Qualquer pessoa reconhece a falta de capacidade do ser humano em épocas remotas sem auxílio de uma complexa engenharia para construir mega edificações. Estão entre nós estas diversas provas do contato entre os humanos e uma outra forma de inteligência. Seria ótima essa frase se observássemos apenas do ponto de vista de um povo inculto e sem afinidades com o supremo; mas e se esse supremo já é integrado com o ser humano, já que por essa ótica ainda faltam teorias, e por sua simplicidade, jamais é questionada, mas faremos uma simples vista dos grandes mistérios do mundo antigo, ali de cara, nos surpreendemos com as pirâmides do Egito, um magnífico ponto de referência para conseguir ir a lugar nenhum, já que é sabido que não haveria técnicas para a construção de megas estruturas naquele período, assim como o material a ser usado, somente o corte, já que com a tecnologia atual, para cortar uma pedra apenas, tomaria um dia inteiro de trabalho, e ainda não resultando num esquadro de precisão. Ainda não formulamos respostas que aquietassem nossas perguntas em relação a esses feitos, ou por estarem distantes dos nossos dias e não tenha sido produzido documentação sobre como se deu tais empreitadas, inclusive em seus hieróglifos não se apresentam manuais, relatos ou fórmulas matemáticas para isso; assim se dá também nas culturas americanas, deixando apenas fragmentos de uma ciência perdida. Eu tinha algumas impressões de como haviam sido elaborados também os desenhos em pedra, as litogravuras são de uma complexidade, não pelo trabalho da escultura, mais é pela presença de simbologias e formas semelhantes ao redor do planeta, deixando os antigos desenhos como gabaritos de comunicação.

 

Parece-me estranho quando a coisa toda fala em uma linguagem comum, e isso é o que ocorre nestas e civilizações já diluídas no tempo, em que a história se transformou em lendas, e o maravilhoso encontrou aí a mente humana para descrevê-lo. Formas colossais aparecem em diversas culturas, que o Homem contemporâneo não teve contato, e estas culturas criaram seu povo em um ambiente intelectualizado, e com um grau evolutivo social muito grande, pra citar um, se tomamos o exemplo do povo Maia, que deixou um enorme legado, mas também, esse povo não relatou seu progresso apesar de adiantados domínios em engenharia, embora tenha praticado colossais trabalhos de arquitetura urbana. E então, a pergunta que faço é: Eles teriam domínio nas suas execuções, ou apenas executavam uma tarefa de forma intuitiva? Não responderia de outra forma a não ser com um, eu não sei, claro, que contido nas experiências junto a objetos de considerável volume, a resposta é para mim a instintiva, pois não é possível que se saiba o que virá como novo movimento. A resposta que eu percebi em meus experimentos até o momento, o que seria de uma ingenuidade sem tamanho, apesar de eu ter linhas de investigação que responderiam de forma imediata, como no caso do auxílio extra-humano, mas melhor não... Entretanto, seguindo uma linha de raciocínio matemático, poder-se-ia dividir a força de tração por vários indivíduos e uma rocha mover-se-ia sem problemas. Mas essa é uma perspectiva humana, não teria como controlar direcionamento em um evento que não se pode comandar, e uma intervenção já anularia todo um trabalho, neste caso é importante observar que poderiam estes povos da antiguidade nem ao menos saber o que estavam fazendo, apenas praticavam os movimentos, sendo em pinturas, entalhes ou até mesmo em práticas mais aprofundadas como na medicina. No Peru, existe um sítio onde são encontradas diversas pedras, que levam o nome de seu descobridor, e senhor Cabrera que divulgou uns milhares de pedras com diversos desenhos sobre a vida humana, inclusive uma dessas pedras relata um transplante de sangue numa mulher grávida. Quem as produziu? Só existem lendas, mas as pedras estão ali. Os desenhos que executo, que são muito aprimorados, com uma técnica muito desenvolvida, a qual não possuo, mas com a prática, acabo usando este material como capital intelectual meu, já que tenho desenvolvido bastante a arte do desenho, por captar algumas técnicas que se fazem presente neles como o preenchimento por hachuras indicando a textura, o posicionamento do risco conforme a orientação do traçado, o volume bem delineado gerando profundidades diversas, além dos encaixes perfeitos que ocorrem quando sobrepostos a outros desenhos e a qualquer outra superfície, estendendo o desenho e o integrando. 

Muitas vezes ao longo desses dois anos que estou experimentando fazer os pictogramas, tive que ensinar algumas pessoas, repassar a ideia de que era possível uma comunicação entre mundos e tudo aquilo que se imagina quando à frente de algo que nos ...

Muitas vezes ao longo desses dois anos que estou experimentando fazer os pictogramas, tive que ensinar algumas pessoas, repassar a ideia de que era possível uma comunicação entre mundos e tudo aquilo que se imagina quando à frente de algo que nos surpreende, como no caso de uma caneta se posicionar na escrita ou em um desenho. Este ponto, o da escrita, vou dar uma atenção em relação ao como se dá este processo, que não ocorre a não ser que se dialogue com a energia funcional que se faz no movimento um diálogo. Explicando de uma maneira didática: As palavras, frases e opiniões, podem ser as mais verdadeiras possíveis, e lhes digo, só que não como se é comum pensar, na verdade, quando está se dá em uma comunicação extra sensitiva, como no caso de cartas ou bilhetes psicografados, ocorre ali uma captação por parte daquele indivíduo que se presta ao diálogo com esta força, que é a essência da força usada e desenvolvida por um indivíduo enquanto vivente. Esta força ocorre de maneira natural, assim como dito antes, na relação dos sonhos e a criação de desenhos etéricos, como se pode denominar esse painel mental, e como todos sabemos, neste estado de não vigília, de êxtase, essa psicologia quântica começa a inteirar conosco em relação ao residual humano, que fica como que impresso no etéreo, com nossas ações, sendo elas por memória, por ação a executar, ou também por perspectivas futuras. E com esse diálogo entre o Eu e o Eu etéreo, que compõe as manifestações inteligentes que temos por nome de sonhos, visões, comunicações paranormais etc. O que temos, voltando o assunto das psicografias, este evento é uma leitura da presença dessa força universal; e nada a mais que isso, e esse diálogo se dá de maneira a ser sempre entendido pelo agente escrevente, que nada mais séria, que a pessoa que tem disponibilidade à tarefa de segurar um objeto e desenvolver os traços que ali surgem. Estive analisando o trabalho de Valdelice, uma psicógrafa brasileira, que conforme ela, recebe por forma mediúnica vários artistas que já passaram aqui pela Terra, sendo Van Gogh, Monet, Picasso, entre outros, ressaltando que esta é uma pessoa, sem instrução artística, e até mesmo sem alfabetização. Alguns destes que segundo ela, uma pessoa que teve uma vida até a adolescência totalmente rural, e produz quadros com uma desenvoltura e uma rapidez que chega a ser constrangedoras, mesmo para um artista acadêmico. Segundo ela, é recebido os espíritos voltados a arte da pintura, e assim os produzem. Ou ela simplesmente captou a mesma origem inspiradora à que os mestres da pintura supracitados também captavam? E isso é o que penso, e ocorre em diversas áreas da atividade humana, sendo ela artística ou não, mas cada indivíduo pode evoluir em campos que podem ser explorados, até de maneira a associar arte e gestão da arte, tornando estas aplicações um grande negócio. Sei que isso não tem a ver com religião, apesar de reconhecer a religião como algo saído deste Eu Etéreo, e assim como ele existe, a comunicação se dá dos dois lados, tanto ao ponto de uma pessoa conversar com essa energia, e como sabemos, pelas aparições de imagens, cercadas de mistério nos acompanham desde sempre, e mantém diálogos, propõe doutrinas, sacrifícios etc. Resumem um lugar onde descansaria nosso espírito depois da passagem carnal, e descrevem um ser supremo como uma força onipotente. 

O que até é, quando a descrição fica a nossa carga, é fácil cometer exageros e sermos tendenciosos quanto ao descrever esta onipotência, ou a quanto descrever um evento paranormal, mesmo sendo uma simples aparição de uma personalidade de um indiví...

O que até é, quando a descrição fica a nossa carga, é fácil cometer exageros e sermos tendenciosos quanto ao descrever esta onipotência, ou a quanto descrever um evento paranormal, mesmo sendo uma simples aparição de uma personalidade de um indivíduo já morto em uma casa, ou até as aparições de santidades a uma população inteira de uma cidade, e isso já faz parte da história e pré-história da humanidade. Quando me dei conta, que os Deuses não eram astronautas, fiquei um tanto frustrado, já que a ideias de um povo com conhecimento superior nos catequizando é uma ideia magnífica, mas pode ser um tanto despretensiosa, já que desenhos como os presentes no tempo pré Colombo, não tem diferenças dos produzidos hoje. Os movimentos espiritualistas pretendem diálogos, e não se importam com os experimentos evolutivos naturais, então posso dizer, que os efeitos disso são os descréditos, já que se tornam direcionados a um doutrinamento sem considerar um avanço intelectual que levará o Homem a extinguir religiões, assim como não é mais aceito a instituição de seitas sacrificiais. Enfim, o ser humano já é acompanhado por uma inteligência maior, desde antes de nascer, ele é essa inteligência. Ou melhor, ele é o que ele consegue o manipular desta inteligência. Desenhos Astrais é uma técnica ainda sem um grande alcance dentro das percepções as que me chamam a atenção, principalmente por ser ainda incipiente, por se tratar de um experimento que requer um alto grau de concentração, por se tratar de uma atividade que exige aptidões cognitivas. Estas aptidões vão sendo desenvolvidas através do exercício da atividade. Muitas vezes percebo que o desenho propõe ângulos e traçados, que eu jamais iria tentar fazer, mas como nos casos de coberturas de desenho, apenas observo a direção e velocidade, o que já me intui para onde seguirá a linha. Portanto é importantíssimo que se tenha muita atenção na prática do desenho, porque ele mesmo irá capacitando o manipulador na tarefa de desenhar. Com a utilização desta arte, ainda seria possível em outros campos, que claro, ainda precisaria passar por novas experimentações, de sua utilidade. Como eu sou designer, posso dizer que a produção deste desenho é uma aula livre, uma escola invisível, e dentro de outras áreas poderia ser também aplicado. 

Seja no âmbito médico, aproveitando os encaixes naturais, como nos casos cirúrgicos, fisioterapia, agricultura, saúde na engenharia com superfícies mais adaptáveis, como por exemplo numa superfície de um pneu, os encaixes do desenho com o solo ser...       

Seja no âmbito médico, aproveitando os encaixes naturais, como nos casos cirúrgicos, fisioterapia, agricultura, saúde na engenharia com superfícies mais adaptáveis, como por exemplo numa superfície de um pneu, os encaixes do desenho com o solo serão perfeitos, assim diminuindo o atrito causado por superfícies não adequadas. Enfim, são diversas atividades que podem receber esta dinâmica natural, é o trabalho naturalizando-se, como assim o defino. E no mais, espero ter apresentado de forma simples e direta a feitura dos Desenhos Astrais.

Montenegro Inverno de dois mil e dezoito.

André Lobato Fagundes

Apêndice Colégio Desenhos Astrais

Desenhos Astrais é uma técnica desenvolvida para a manipulação de objetos de forma autônoma, com aproveitamento de um deslocamento natural de qualquer objeto, gerando variações de linhas, retas ou curvas, que imprimem desenhos únicos, somente pelos meios de manipulação destes objetos, O desenho torna-se um exercício de aprendizagem, acessível a qualquer ser humano.O universo é uma força única, estamos universo, sendo assim, quando nós executamos uma ação, o universo faz compensar esta intervenção com a força motriz, podendo ser esta manipulada. Esta força é um equilíbrio da nossa força inicial de ação, que é a de pegar um objeto e segurá-lo, de observá-lo, e da resposta ocorrida, que é harmonização desta energia na forma de força. É como jogar de uma pedra num lago, esta pedra representa nossa força, ao cair no lago ela desestabiliza a superfície, que automaticamente produz ondas para harmonizar a superfície novamente, os desenhos são a percepção desta força e sua manipulação, em um exemplo prático, é como surfar estas ondas.

Hipnografia:

É um registro gráfico de uma compensação da força natural, originado pela manipulação de objetos de escrita ou desenho, são criados desenhos que trazem sinais de um diálogo, como símbolos, que ainda interagem com outros desenhos, superfícies ou fundos, hipnotizando o observador, isto é, concentrando seu interesse em um diálogo interno intenso na leitura destes símbolos. As iconografias formam-se pelos acúmulos feitos de traços sobrepostos. Nunca ocorre um desenho apenas, quando o traço se forma, faz com que a imagem seja exposta de várias formas, não somente ilustrativa ou descritiva, e sim, icônica.

Desenhos Astrais XP.

 OS desenhos astrais são experiências pessoais, na forma de observador ou praticante. A relação cognitiva que os sinais propõem fazem com que a observação venha a tornar-se um diálogo entre o desenho feito e as possibilidades de interpretação que este oferece, que além de serem estéticas na forma de arte, também trazem consigo uma infinidade de motivos de interpretações nos desenhos, tornando-os exercícios intelectuais. Processos cognitivos nos desenhos.O desenho astral traz uma experiência que coloca a observação da atividade da pessoa que manipula, diretamente ligada aos movimentos praticados, de tal modo, que a execução em si, propõe a construção de habilidades em que o manipulador conduz uma linha de raciocínio que responde de modo cognitivo ao executar o desenho, exigindo a atenção e percepção do mesmo. O perceber da força de realinhamento exige nossa conduta e resposta inteligente, já que o manipulador deverá ficar atento à tendência da força no seu objeto de desenho, quanto mais sensível esta atenção, mais desenvolvido se dará o desenho e por seguinte, mais atenção e raciocínio lógico desenvolverá o manipulador.

Os iniciados.

 Toda pessoa pode produzir em alguns segundos um desenho astral, e ela mesma irá desenvolver práticas evolutivas de desenho, já que são muitas as texturas que se formam, e a busca perceptiva do aluno amplia-se mediante os sinais expostos, em esforços de traços mais refinados que forçam o manipulador a pensar em um grande número de possibilidades qualifica-o para artes mais apuradas, com um retorno ao intelectual e reativo motor, que coloca esta atividade como uma técnica e uma arte. O positivo, como progressista não negativo, se dá como observado por nós como meta, gera caminhos e perspectivas que o próprio erro habilita a um acerto, pelo processo comum de acerto e erro, assim já entende-se a direção do carácter evolutivo positivo e criacionista à disposição do interessado.As assinaturas.É importante a observação de que em cada pessoa o traço é diferenciado e não perdendo nenhuma de suas características padrões, como uma digital, cada pessoa pessoa desenvolve um desenho. Como fosse a genética de cada um impondo formas e meios de traçamento, que dão ao manipulador uma espécie de registro, ou assinatura vetorial de seu pulso orgânico e intelectual, que assim como qualquer outra atividade, pode ser desenvolvida até a perfeição, mas distinguindo-se entre todos.

Desenhos Astrais como Design.

Os desenhos astrais são ferramentas de design, seja por sua dinâmica enxuta em traços, sua força de síntese na imagem, seu poder hipnótico em sua complexidade de signos, ou então pela limpeza de traços que formam desenhos sem erros. Em traços com encaixes que transformam todos desenhos em gabaritos universais, podendo os desenhos terem maior aceitação visual, não gerando poluição de imagem, acrescido ainda a ele a capacidade de acomodação estética.Desenhos Astrais na Engenharia.As aplicações práticas dos desenhos astrais se dão através da capacidade dos encaixes universais, gerando produtos com seu design, pode-se ter peças de melhor desempenho e durabilidade, por não serem expostas a um maior estressamento mecânico, otimizando o material, com isso haverá uma menos perda energética e funcional, também o descarte será adiado, tornando os produtos mais eficientes e menos descartáveis.

Ação terapêutica.

É característica do desenho em um traçado sobre uma zona corporal que este diminua uma dor sentida, com projeções de linhas, que distribuem o ponto de dor.O processo é similar ao desenho convencional e podendo inclusive, usar objetos de escrita, ou usar objetos que sejam mais cômodos à pele, neste caso a simbologia é posta de lado e a ação deve concentrar os traços na região em que a dor esteja mais presente. As respostas do organismo serão de imediato aos desenhos astrais. O desenho autônomo pode ser uma opção ferramental, usando o exemplo de uma incisão para um cirurgia, em que o desenho pode auxiliar nas práticas com um menor impacto fisiológico, devido a incisão e corte apresentarem estruturas naturais similares ao corpo, com isso além da redução de danos, a cicatrização será acelerada, devido aos encaixes serem produzidos com o traçado universal. E lembrando que neste caso em que haverá um corte, o manipulador deve estar muito atento e ter perícia no traço, o domínio é sempre do manipulador.

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