Lola- a flor do Brasil

Liter Feminina

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Classificação

Adulto +18

Publicado em

12/01/18

Status

Finalizado

RESUMO

Lola

 

A flor do Brasil



















Capitulo único

 

As cortinas ainda permanecem fechadas, meu coração não para quieto no lugar. Por mais que já tenha feito isso varias e varias vezes, três vezes por semana durante esses dois anos em que estou aqui, a ansiedade, as borboletas no estômago nunca vão passar. É como se fosse à primeira vez.

Mas eu sei que no minuto em que estiver naquele palco, no segundo em que abrirem essas cortinas, tudo vai mudar, esquecerei meu nome, o motivo pelo qual vim parar aqui.

Serei apenas eu e o palco, eu e eles.

- E para o deleite de cada um... O sorriso Brasileiro... Lola.

Ninguém aplaudiu ninguém ousava falar nada, eu podia sentir, mesmo por de trás dessas cortinas, todos seus olhos virados para mim, seus corações batendo forte e duro por dentro das calças.

As cortinas abriam-se lentamente, luzes caíram direto para dentro da grande pétala de rosa girando lentamente no centro do palco. Mantive-me na minha mesma posição. Deitada em um amontoado de travesseiros vermelhos em veludo, pés para fora em um salto agulha 15 cm vermelho, trajando apenas um corpete vermelho e uma calcinha fio dental, meus longos cabelos ruivos encaracolados eram o meu charme, minha fina e pequena boca era o desejo de consumo de cada um deles.

A grande pétala vermelha parou de girar, uma cortina de fumaça pairou no ar, lentamente me levantei, a música começou a tocar e então como das outras noites. Eu apenas me deixei levar.

Eu era o Sorriso Brasileiro do Burlesque Club.

Eu era Lola.

1 Underneath the city lights There is a world few know about Where rules don't apply, no And you can't keep a good girl down

Vagarosa e sem pressa, caminhei para fora da pétala, permaneci parada, absorta pela multidão de par de calças ansiosos pelo meu rebolado, meu sorriso, meu olhar de menina perdida por debaixo da mascara. O ritmo pulsava, meu corpo clamava pelos meus movimentos.

Yeah I say! Baby don't just come to light, under the spotlight All the girls wanna fall in line, we say Hey!

Here come my ladies about to give a little show Hey!

He called the pussy, gonna show him a little more

Como um pedido, um clamor, girei meus pés no solo do calçado, e dancei conforme, senão melhor que nos ensaios.

Meu corpo rebolava, meus cabelos foram jogados ao vento, ora ou outra eles caiam em meu rosto, moldando ele com inocência e malícia, um breve sorriso meigo no canto de meus lábios. Eles adoravam, e pediam mais, suplicavam para que eu estivesse próximo a eles.

A little bit of naughty is a little bit nice She' s a whole lotta glam, sweet sugar, say spice Her shimmy shimmy strass strass give a little work work

Up on the table she'll be dancing all night Yeah I say!

Everybody just come to life, under the spotlight

All the boys wanna fall behind, we say

Agachei-me e engatinhei pelo palco, dando a todos a visão de meus seios guardados apenas pelo minúsculo sutiã. Engatinhei ate o início do palco, me pus de joelhos onde então fiz o que mais enriquece os estabelecimentos.

Toquei-me.

Mas não do jeito que muitos pensam, eu apenas brinquei com suas mentes eróticas. Levei meus dedos a meus volumosos cabelos agarrando-os e os cheirando, passeei com minhas mãos pelo meu corpo, meus seios, minhas coxas, lambi minha mão com toda gatinha. Mapeando com meus olhos cada rosto excitado com o cheiro de uma good girls bad.

Okay girls, let's show 'em how it's done It ain't over til we say

We've only just begun Let me hear you say Yeah!

Say yeah yeah yeah yeah!

Say yeah! Yeahei!

Pus-me em pé percorrendo pelo palco seguindo os passos de minhas garotas, minha bad girls.

Todos os homens se inclinavam para frente. Desejando nos tocar, querendo um pouco do nosso fogo.

Normalmente, nesse mesmo instante, o da performance final, olharia para cada rosto já familiar. na plateia, os saudaria com o sorriso, aquele sorriso atrevido nos lábios, depois morderia a ponta dos lábios, seguiria caminhando até a pétala subindo degrau por degrau, tirando cada minúscula peça intima do meu corpo, começando pelas luvas depois, desabotoando o sutiã e por fim, quando a pétala começasse a se fechar, eu tiraria minha calcinha e a jogaria para eles.

Mas não hoje, não quando dei meu ultimo giro parando na ponta do palco, onde novamente me agachei e me deparei com aquele par de olhos castanhos, um fino sorriso escondido no canto dos lábios, o cabelo preto trajando uma roupa preta, como se não quisesse ser reconhecido e talvez nem fosse. Mas eu sim, eu o reconheci, naquele mesmo instante em que nossos olhos se encontraram, nossos narizes quase se tocaram, senti sua respiração parada a minha.

Burlesque Club não é uma casa de shows muito conhecida, muito menos recebe artista, astros de futebol, nem atores.

Mas não hoje.

Taylor Lawson estava ali, parado a centímetros de mim, com o mesmo olhar de muitos ali, eu podia ver sua boca salivando, o peso pulsando dentro de sua calça, o cheiro de excitação exalando no seu corpo.

Depois do que me pareceu horas de contato visual, o quebrei eu mesma, me levantando e encerrando a coreografia do jeito que ela tinha que ser.

Entrei na pétala totalmente pelada e com o coração parado na goela da boca, a espera agora do segundo ato.

- o que ouve? Você congelou no palco. - felícia me ajudou a sair da Pétala. Deu um sorriso fraco, me agasalhando no roupão.

- Eu devo ter me esquecido, sei lá. - nem morta que contaria sobre a vinda do Lawson pra cá. Imagina só.

- Então vamos, você tem que se trocar e se preparar pra segunda performance. Ela começa em uma hora.

Assenti entrando no meu camarim. 
O tranquei por dentro e só então pude soltar um longo suspiro. Respirei forte me recompondo do que ouve há minutos atrás.

Ele me viu Pelada!

Ri feito uma hiena sozinha no camarim, imaginando se minha calcinha foi parar em suas mãos.

Sentei-me em minha penteadeira. Uma foto minha com meu filho e minha sobrinha estava pregada no espelho, uma lembrança do por que vim para aqui.

Melhores condições, trabalho, uma vida descente e feliz com eles.

Meu filho ainda mora com meus Pais no Brasil, eu vim para cá há três anos, consegui um emprego como babá e ganhava bem pra caramba, entrei em uma faculdade comunitária, aluguel meu loft. Tudo ia bem ate os meus exs patrões se mudarem para a Itália e eu ficar sem emprego. Virei-me como pude, fui faxineira, diarista, babá duas vezes por semana, ate garçonete em eventos. Então, um ano depois de ter chegado aqui, Madame Cher, me viu em um evento ao qual trabalhei como garçonete, ela disse ter gostado do meu sorriso e viu como ele agradava aos homens daqui. No começo não topei, amedrontada, mas logo a necessidade bateu na porta e eu tive que ceder.

Já to aqui há dois anos e eu sou grata a minha consciência por isso.

Saio do banho, quando ouço baterem na porta. Enrolo a faixa no meu roupão indo abrir a porta. Meu coração quase salta da boca e tenho que me aparar na maçaneta para não cair do salto.

- Vim devolver algo que lhe pertence. 
Cerro os olhos sem entender, mas é só quando ele retira minha calcinha no bolso da frente da sua calça e riso frouxo e nervosos sai da minha boca.

Droga! Eu pareço uma hiena quando gargalha.

- Ok... - me recuperei do king Kong, ajeitei minha postura. - Mas não precisava, tenho varias dessas.

- Ok, então vejo que minha desculpa para vir aqui lhe ver não funcionou. - ele coça a cabeça e ri.

- Já estou acostumada. Mas só por que sou uma alma caridosa, por favor. - dei passagem para que ele entrasse.

- Adorei seu camarim. - sorri com o comentário.

- Todos gostam. - isso era verdade. O meu ao contrário das outras, o meu era cheio de Pôsteres das minhas bandas favoritas pregadas na parede, no teto, fotos de viagens que já fiz cartões postais e fotos de alguns lugares que desejo ir algum dia.

- Tem um ótimo gosto. - ele se volta para mim. - Além de muito linda, claro. - me mantive firme, mesmo sentindo meu rosto corar. - Algum dos que estão lá fora já vieram aqui?

- Não costumo fazer caridade. - respondi sincera. A maioria é casado ou namora uma bagagem cheio de filhos e muitas contas nas costas.

- E por que me deixou entrar?

- Você é casado?

- Não.

- Namora?

- Terminei a algumas semanas

- Tem filhos?

- Ate onde eu sei, não. - ele ri.

- Então pronto. Não quero saber de mulher de ninguém batendo na minha porta só por que deixei seus maridos entrarem aqui. Mesmo tirando a roupa e ficando nua, eu tenho dignidade.

- Isso é bom, mostra que sabe separar o profissional do pessoal. É muito inteligente Lola.

- Agradecida. - Taylor riu. Andou até a minha penteadeira, pegou uma de minhas presilhas de cabelo, minha foto com os meninos e sorriu ao pegar uma minha sozinha.

Era uma foto que tirei em uma viajem a malibu há oito meses. Eu estava deitada ao lado da piscina, uma das garotas do clube a tirou, a foto pegou todo o ângulo do meu corpo de perfil, deixando as curvas amostra. Em especial meu bumbum.

- Tem um belo corpo.

- E por que você esta aqui mesmo?

- Não é obvio? - ele pousa a foto na mesa e caminha ate a mim.

- Não vejo bola de cristal aqui

- Engraçadinha. - Taylor segura meu queixo me obrigando a olha-lo.

- Eu não faço sexo com Cliente se quer saber, em especial dentro do meu local de trabalho. - a firmeza da minha voz fez ele se sair de mim rapidamente. Taylor pareceu desconfortável. Mas mesmo assim ainda tinha o sorriso nos lábios.

- Gostaria de saber o que você vai fazer depois daqui. Tem um restaurante aqui perto e...

- Não frequento restaurante de gente granfina, prefiro um boteco.  - troquei o peso de uma perna para outra. 

- Certo. Então onde quer comer?

Okkkk. Um minuto de silêncio. 
Alguém pode vir aqui e me beliscar? 
Taylor Lawson esta me convidando pra jantar? Tipo, jantar mesmo? .

Puta que Pariu hein.

- Eu... Prefiro... 
Vai garota, para de pensar, é o Taylor, Uma chance com Taylor Lawson, para de pensar e mete dentro.

Porra Xana, sai da minha cabeça.

Espantei as ideias pra longe e sorri para o moreno cor do pecado a minha espera.

- Eu prefiro no pub's, é aqui perto, é mais reservado e só vai a galera mesmo, lá é ambiente rustico, provavelmente nem te reconheçam.

- Perfeito, te espero lá fora.

- Eu prefiro que me espere lá mesmo.

- E perder a última performance? Nem se pagassem. - Taylor sorri, ele pisca pra mim e sai fechando a porta.

Ohhh lorde. 
Porra xana, vamos lá tomar outro banho. O filho da Dona Deborah cheira bem pra caralho.

Uma hora depois eu já entrava no palco, para alegria de muitos.

Encerrei a noite com o palco lotado de rosas, dinheiro e muitos pedidos de casamentos.

Felícia minha companheira que divide o Loft comigo me acompanhou até o Pub's, nosso point preferido de toda Paris.  Assim que chegamos meu sexto sentido Taylover, me levou direto para o garoto de Michigan. Sentado ao lado de seu fiel amigo Teddy seu sorriso largo nos lábios quando me aproximei e estalei um beijo demorado na bochecha de cada um deles. 
Taylor apresentou Teddy a Felícia. Enquanto os dois se conheciam salivamente melhor, Tay e eu engatamos em uma conversa atrás da outra. Contei-lhe sobre o motivo de ter vindo pra cá, sobre meus trabalhos e sobre os estudos, Tay me contou sobre sua vida superficialmente, coisas que o Tio Google já nos disse, sobre projetos futuros. Depois fizemos uma disputa de quem comia mais e advinha só quem ganhou?

- Cara, você é uma mostra. - Teddy faz careta que mais parece uma de nojo.

- Isso é por que eu ainda não arrotei, deram sorte por eu estar muito Lady hoje. - pisquei pra ambos e voltei a tomar meu milk-shake. Taylor apenas ri se divertindo da cara do amigo.

- Eu sempre soube que as brasileiras eram cheias de surpresas... Mas você, garota pra onde vai tanta comida?

- Acho que pra minha bunda. - dei de ombros. Taylor segurou o riso. Felícia já estava bem acostumada, tanto que nem se importava com minha falta de educação na frente de algum Cara.

- Você é demais Lola. - ele diz. Tay parecia surpreso, mas também não se importou muito em ter como companhia uma garota esfomeada como eu.

Como se lesse meu pensamento, o Dj na mesma hora toca a musica que eu mais adoro dançar na vida.

- Esta tocando a minha musica. Esta tocando a minha musica. - gritei para Felícia. Levantei da mesa indo para a pista de dança.

Lici me acompanhava nos passos, na verdade nem eram passos coreografados, éramos apenas as duas dançando abertamente e descontraídas na pequena pista de dança amontoada por jovens.

2 Só, don't let them steal your light
E eh eh eh
Don't let them break your stride
There is light on the other side
And you'll see all the raindrops falling behind
It's a revolution
Make it out tonight
It's a revolution
It's a reva, rev
Oh oh, ooh, oh, oh oh oh
Oh oh, ooh, oh, oh oh oh
Oh oh, ooh, oh, oh oh oh
Oh oh, ooh, oh, oh oh oh
Rev, rev, rev, rev

Um par de braços alcança minha cintura, meus cabelos são jogados para o lado, seus lábios percorrem uma trilha em meu pescoço indo de encontro ao lóbulo da minha orelha.

Can you see it?
The worst is over
The monsters in my head are scared of love
Fallen people listen up!
It's never too late to change our luck

Tay me acompanhou na dança, seu corpo se chocando com o meu sem me desgrudar. Meu corpo inteiro flamejando, toda vez que sua respiração caia em meu pescoço, me deixando bêbada pelo seu cheiro másculo.

- O que eu tenho que fazer para ganhar um beijo seu? - sua voz sussurrou em meu ouvido.

- E você só vai querer o beijo? - perguntei lançando um olhar inocente, porem malicioso. Tay pende um pouco a cabeça para lado rindo.

- Podemos sair de fininho e ir para um motel...

- Esquece o motel e me come naquele banheiro. - apontei para o tal. Ele me olha surpreso e sem ação.

- Esta maluca?

- Querido eu danço em uma barra de pole dance e fico nua pra metade dos homens de Manhattan, transar em um banheiro de boate é um fetiche e eu vou realiza-lo, resta saber se você vai querer vir junto ou não.

Taylor me pressiona contra a pia.

Sua língua pedindo passagem na minha em uma dura batalha.

- Vou tranca a porta. - ele se afasta e tranca a porta. Quando volta, tira o casaco, jogando-o encima da pia. -  tem certeza de que quer fazer isso?

- Se for com você, então eu tenho total certeza. - um riso atrevido escapa de meus lábios. Ele me pega pela cintura e me senta na pia. Agradeci a minha inteligência por ter me feito vir de vestido, assim que o senti introduzi dois dedos no meu sexo já encharcado.

Fui ao paraíso, Taylor escorregava com seus dedos para dentro da minha fenda, acariciava meu clitóris, deixando seu dedo grosso invadir minhas entranhas. 

- OHH Droga! - agarrei sua nuca o trazendo para outro beijo. Deslizo minhas mãos para o zíper de sua calça, abrindo ela, logo minhas mãos seguram seu grosso Pau, subindo e descendo, indo e vindo. Seu toque era fodidamente delicioso. 

Taylor geme entre nossos lábios. 
Ele me encosta no espelho, abrindo mais as minhas pernas. Ele retira minhas mãos levando-as aos lábios e as beijando.

- chega de brincar, esta na hora de colocar o grandão aqui inteiro dentro de você. - ele retira seu pau para fora, que de tão duro salta da cueca. Era duro, com veias grossas em volta dele e uma cabeça vermelha e grande. Então sem demorar, faminto e guloso, Taylor me invade por inteiro. 
Minhas unhas pressionam sua carne, quando ele me golpeia mais e mais forte. Senti a Pia tremer, meu coração indo parar fora da boca.

- Apertada pra cacete. - diz entre um ou outro grunhido. Mal posso acreditar que o tenho aqui, inteiro dentro de mim, me arrebatando em um banheiro de boate.

Taylor segura minhas costas com uma das mãos, enquanto a outra finca em minha bunda, me trazendo assim para mais perto dele.

Eu podia galopar em seu Pau, mais só o fato de poder rebolar o deixando enlouquecido. Ele sugava cada lóbulo da minha orelha, xingava alguns palavrões bobos, e quando o senti estremecer, soube que ele já estava perto do seu ápice. Apressei-me em dar-lhe o meu para assim termos algo dos dois para lembrarmos-nos desta noite.

Eu queria ser comida, fodida, penetrada. 

Queria me sentir a mais devassa das messalinas. 

E fui... E foi muito bom. 

- Venha comigo pequena. - três palavras e uma explosão estourou em mim. Suas estocadas fortes se cumpriam dentro de mim, Tay me desce rapidamente me pondo de bruços na pia, separou minhas pernas e voltou a meter dentro. Todo meu corpo tremia nossos movimentos ora sincronizados e ritmados.  Logo os dois estavam afastados e suados, ofegantes e com risos frouxos nos lábios. 
Taylor se aproximou e me deu um beijo breve. Esperei ate o momento que ele entrou no reservado, para enfim descer da pia. Toda descabelada, boca inchada, meu pescoço havia marcas de chupões, uma dorzinha fina indicando um foda muito bem fodida.

Terminei de me ajeitar e o esperei sair. Quando saímos do banheiro, era como se nada tivesse mudado. Ainda éramos os quatros amigos que acabaram de se conhecer e saíram para tomar um Chopp. Amigos esses de uma única noite. A Noite, diga-se de passagem. Bebemos, dançamos. E no fim, no raiar do sol, sem trocar de números, mensagens ou coisas do tipo, cada um se despediu seguindo o seu rumo de sempre. 
Uns foram para as suas vidas atrás das câmeras, troféus, globos de ouro e fãs atiradas, histéricas e apaixonadas. Outras seguiram seu rumo por trás das cortinas esperando o seu numero começar, o seu nome ser dito e quando enfim chegasse o momento, ela era a estrela do seu próprio show. A garota do sorriso brasileiro, do rebolado, do sorriso travesso e do olhar meigo de menina pidona.

Ele era Taylor Lawson, o astro do cinema, arrebatador de corações.

Eu era...Bem...

Lola, estrela do Burlesque Club, arrebatadora de corações por dentro das calças.

A flor do Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1* (show me how you burlesque- Christina Aguilera) 2*( Revolution- feat Faustix & Imanos and Kai)

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Livro complementos

Elenco

Taylor Lautner- Taylor Lawson

Juliana Lohmann- Lola 

Sofia vergara - Felicia

Jesse Eisenberg - Teddy Burdham 

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