BRASIL, REPÚBLICA DO CAFÉ, SUCURSAL DA LAMA!

Não Ficção

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Livre

Publicado em

05/06/17

Status

Finalizado

RESUMO

Os últimos acontecimentos ocorridos no Brasil, que “milagrosamente” fizeram o dólar “cair” e bolsa manter-se em alta, durante todo dia, algo que não se via há meses, fizeram recordar de algo que se passava na minha primeira infância!

                                   Andando lá pelas cercanias dos matagais verdes, floridos e dos quais eu deveria ter muita boa recordação se fosse a desestruturação da família, o desprezo e a fome, seriam ótimas recordações para ilustrarem os pensamentos a se fixarem no livro de romance!

                                   A realidade nua e crua, estraga tudo!

                                   Mas, excetuando-se os inconvenientes citados, os campos, o cheiro de mato após a chuva, as trilhas e os caminhos entre as árvores, eram magníficos!

                                   Sendo assim, me deparava-me muitas vezes com pequenos riachos, circundados por arvores curvadas sobre eles e mesmo assim, podia-se contar com a sutil sombra proporcionada e ao mesmo tempo se observar o solo do leito, recoberto por milhares de pequenas pedras calcárias, no entanto, tudo isso, me passava completamente despercebido, pela pouco idade principalmente e por outros como dito!

                                   Entretanto, havia também, espécies de pequenas represas, das quais, nada se vida de água, somente a erva verde sobre sua superfície, na verdade um grande perigo, mas, poucas ou nenhuma morte tomei conhecimento, devido ao pouco fluxo de pessoas, o respeito com o meio ambiente e o controle rígido dos pais para com seus filhos, exceto quando a mãe ou o pai, tivesse um filho com  a rebeldia desses que vos dita, que vos conta essa história!

                                   Mas, o que mais me impressionava à época, era alguns outros reservatórios de águas escuras, cujo fedor que exalava quando se pisava e afundava-se os pés em seu leito, era, simplesmente nauseabundo!

                                   Era difícil entender e talvez ainda hoje eu não entenda muito bem como era possível, águas tão próximas, terem tão singular manifestação de espécies sobreviventes em seu interior, aliás, peixe naquela podridão não havia, enquanto que ali próximo, algumas espécies proliferavam!

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